segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Pensamento da semana...

"Como vemos passar as nuvens no céu, vemos passar os pensamentos pela superficie da consciência"
                                                                                                        Consuelo Martín

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Lidar com a Dor






1- De onde vêm os golpes? 

Muitas vezes sentimo-nos repentinamente perturbados e desencorajados e não percebemos porquê. É como se algo tivesse vindo de trás e nos tivesse roubado a alegria. 
Agora, pare por uns instantes e sinta de onde vêm os golpes na sua vida. O que é que sente como sendo difícil de suportar? Preste atenção à sua reacção habitual a isto. Dedique alguns momentos de cada dia a fazer isto. 


2- Abandonar a culpa

Quem ou o que é que você culpa pelas dificuldades que está a enfrentar? De que forma se culpa a si próprio? Faça uma lista. 
Repare como o acto de culpar serve apenas como um ecrã, não lhe permitindo ver o quadro completo daquilo que se está a passar. Abandone alguma culpa hoje mesmo. Vá ao topo da sua lista e deixe de culpabilizar essa pessoa ou circunstância. Respire profundamente ao fazê-lo. Envie bons pensamentos a essa pessoa. Encare a situação como encararia uma tempestade na sua vida que assim como veio também foi embora. Você culpa a chuva por cair? 


3- Recusar-se a recusar

O que é que se recusa a experimentar na vida? Se o experimentasse, o que é que julga que iria acontecer? Imagine como seria experimentá-lo. Volte a imaginar. Repare na quantidade de energia que dispende a manter-se afastado desta experiência. Observe como faz dela algo de muito maior do que é na realidade. 


4- Curar um relacionamento ferido

Está (ou esteve) envolvido numa relação que esteja a precisar de ser curada? Deu e recebeu golpes que ainda não foram libertados ou perdoados? Dedique algum tempo a rever esta relação e veja o que foi que correu mal. Precisa de pedir o perdão de alguém? Precisa de perdoar? (a si próprio ou a outrem?). Decida hoje fazê-lo. Telefone ou escreve à pessoa. (Se a pessoa já não for viva, pode fazê-lo na mesma, na sua mente ou escrevendo-lhe uma carta). 
Pergunte a si próprio o que é necessário para que sinta que esse relacionamento foi curado e concluído. Não se apresse nas suas respostas. Existirão dádivas que é necessário ofertar? Presentes que gostaria de ter recebido? Se há ofertas a ser dadas, dê-as. Presentes a ser recebidos? Veja se pode pedi-los. Se não puder ou essa pessoa não estiver disponível para lhos dar, receba-os de outra pessoa ou torne-se consciente dos outros presentes que essa pessoa lhe deu. 
Tudo isto faz parte do processo de perdoar. Sem o perdão, a nossa vida fica obstruída, a nossa saúde debilitada e a nossa capacidade de amar restringida.


5- Dizer Sim 

A que é que diz um Sim aberto na sua vida? Com o que é que consegue estar a 100%? 
Se não houver nada, escolha algo com que gostaria de fazer este exercício. Agora faça-o. 
Coloque-se na presença do que quer que seja (pessoa, animal, planta, situação) e, diga-lhe sim! Abra os seus braços e o seu coração. Abra a sua mente. Solte todas as reservas. Sinta-se a expandir como os ramos de uma árvore. Diga sim, sim e sim uma e outra vez. 

Brenda Shoshanna

 

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Pensamento da semana...

" Há momentos em que temos o poder de dizer sim à vida. 
Então, a paz entra em nós e torna-nos inteiros" 

                                              Ralph Waldo Emerson

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

2013... Ano de Celebração da Vida



Há sempre motivos para celebrar a vida, mas talvez este seja o ano especialmente indicado para fazê-lo. Para muitos superar 2012, o ano em que supostamente acabava o mundo, ou pelo menos o mundo tal como o conhecemos, já é um motivo suficiente de celebração.
Se bem que aumentaram as catástrofes naturais, as crises financeiras e politicas, há também muitas coisas que celebrar. A primeira é que estamos vivos. A segunda é que estes duros anos de crise são uma grande oportunidade para o crescimento pessoal e global.

Países que durante muitos séculos estiveram sob ditaduras, derrotaram os seus líderes, a justiça começa a chegar a todas as esferas sociais, não são responsabilizados só os mais desfavorecidos. Hoje em dia nem o dinheiro, nem os títulos, nos garantem que vamos ficar impunes se violarmos a lei. Creio que nos encontramos perante um fenómeno sem precedentes e que é razão mais que suficiente para celebrar a vida com especial entusiasmo.

Na década de 1960, vivíamos debaixo de uma ameaça nuclear e parecia que o fim era iminente. Mas a vida tem uma capacidade infinita para se renovar e maravilhar-nos.
Nos meus momentos de desanimo sempre me acompanhou uma afirmação que diz: "Tudo o que acontece, vem por bem". Foi a minha tocha na obscuridade, a minha forma de recuperar a minha fé na Vida quando as coisas não eram como a mim me parecia que deviam ser.
A vida sabe melhor que nós o que necessitamos para evoluir e cumprir a missão para que viemos a este mundo.

Estamos perante uma etapa de grandes desafios e oportunidades. Os grandes desafios põem a descoberto as nossas debilidades, é muito difícil avançar quando nem sequer somos conscientes do que é que temos que mudar nas nossas vidas.
Acabou-se isso de nos deixarmos levar pelos acontecimentos e ser "vitimas" da fatalidade. É tempo de amadurecer e desenvolver a nossa fortaleza. Somos seres conscientes que criamos em colaboração com a Força Universal Consciente, à qual pertencemos e que nos pertence.

Todas as pessoas e seres deste planeta têm um destino, em que nós mesmos criamos a raiz das nossas acções e pensamentos. Por sua vez as nossas acções e pensamentos interagem com as de outras pessoas criando redes de acontecimentos em que nos vemos envolvidos sem saber porquê. Mas se desconstruíssemos essa rede daríamos conta de que em algum momento intervimos através de um pensamento ou acção, para nos encontrarmos nessa situação. Sermos mais conscientes dos nossos pensamentos e acções simplifica-nos a vida e somos mais felizes.
Quando parece que não podemos fazer nada para mudar uma situação, há sempre algo que podemos fazer:  mudar a nossa forma de reagir à mesma.

Na realidade, a felicidade é algo muito simples: fluir com a vida. A infelicidade é opor-lhe resistência. A única forma de sair de uma situação não desejada é aceitando-a e ser consciente do que nos conduziu até ela. 

Encontra uma razão para dar graças à vida todos os dias. estou segura de que quando reflectimos sobre ela, não encontrarás só uma, senão uma infinidade. Cada coisa pequena que damos como feita, na realidade, é um verdadeiro milagre, uma infinita cadeia de causas e efeitos que nos levou a isso que nos parece tão normal. Ser consciente disso e estar agradecido é celebrar a Vida.

Celebra 2013, tens 365 razões para o fazer!!

Louise L. Hay 

Sessões de acompanhamento individual do Método Louise Hay aqui

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Pensamento da semana... O último de 2012, uma inspiração para 2013

"Quando emanamos uma determinada energia e vibração, atraímos o mesmo tipo de onda para o nosso caminho. Quando estamos abertos a apreciar a grande aventura que é a vida no seu todo, o todo que é a vida também se abre para nós" 

                                                                                 Brenda Shoshanna




FELIZ 2013!!!

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

O bom e o mau....






A mente julga, culpa e condena tudo o que atravessa o seu caminho.
Devemos usar a nossa mente de criança e estar cientes de que tudo é simultaneamente "bom e mau".
Uma pessoa que possa ter feito algo muito "mau" é também capaz de fazer um grande "bem". Quando vemos e aceitamos a pessoa no seu todo, o perdão e a renovação ficam apenas a um passo. Verdadeiramente, o que nós estamos a descrever é o processo de perdoar. Quando fazemos do perdão uma prática diária, a nossa vida torna-se saturada de bondade. De uma bondade que não é o oposto de "maldade", mas é a bondade de viver a vida como ela é. A nossa mente original sabe como levar-nos lá.

Ao não negligenciar seja o que for- nada nem ninguém- estamos, lentamente, a polir a textura da nossa vida.
Quando assumimos a responsabilidade pelas nossas reacções, em vez de nos focarmos nas falhas dos outros, o perdão e a compaixão surgem naturalmente. Nessa altura já não projectamos os nossos fracassos nos outros, nem os rejeitamos por aquilo que não conseguimos aceitar em nós mesmos.
Ao aceitarmos como um todo a escala da experiência humana, não estamos a fixar-nos num determinado aspecto de alguém, dando-lhe demasiada importância  e impedindo que ele se transforme em algo diferente.
Desta forma, criamos o espaço necessário para que nós e os outros nos possamos renovar a cada dia.
Quando a nossa lente de percepção está limpa, conseguimos ver o mundo com um novo olhar. Neste ponto, é quase impossível fixarmo-nos nas falhas e nos erros daqueles que conhecemos ao longo da nossa vida. 
Quando somos capazes de ver a pessoa que se encontra diante de nós na sua totalidade, não nos fixamos na escuridão e no medo, mas no todo e na frescura de tudo o que é. Em vez de nos mantermos agarrados a memórias de sofrimento, ficamos abertos a novas possibilidades que não cessam de acontecer. 

Brenda Soshanna


"O ganho e a perda, o certo e o errado- fora com eles de uma vez por todas"

                        Sosan Ganghi Zenji, On Believing in Mind


segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Pensamento da semana...

"A mente não é um instrumento de conhecimento, mas somente um organizador de conhecimento"
                                                                               
                                                                                Mirra Alfassa