segunda-feira, 30 de junho de 2014

Pensamento da semana...

"Só quando acordamos dos sonhos é que sabemos que estivemos a sonhar. Da mesma forma, esta vida só pode ser percebida como um sonho quando despertamos para a consciência cósmica."

                                                       Paramahansa Yogananda

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quarta-feira, 25 de junho de 2014

O Amor é a chave na relação com os filhos



Lembre-se de que o seu filho teve tantas (mais ou menos) vidas, como você, e é por isso um ser espiritual, com experiências particulares, talentos, karma, e traços de personalidade. 
Os seus filhos encarnaram para estar consigo. Escolheram-vos como pais para aprenderem certas lições, ganharem experiência, desenvolverem certos aspectos do seu carácter e trabalharem no sentido de fortalecerem as áreas mais débeis do seu desenvolvimento espiritual. 
Isto não o isenta de responsabilidades enquanto progenitor, mas não o obriga a ser totalmente responsável por o que quer que os seus filhos se tornem. Enquanto seres espirituais, eles são iguais a si. Escolheram ser os seus filhos desta vez; talvez vocês tenham sido os filhos deles numa outra vida. 
Os pais dizem muitas vezes: "esperem só até vocês terem filhos. Espero que eles sejam iguaizinhos a vocês!". Pois bem, talvez seja por isso que os seus filhos são os seus filhos desta vez! Nós somos mais semelhantes aos nossos filhos eles mais semelhantes a nós do que nos apetece admitir.

A maior oportunidade de crescimento de que dispomos está nos nossos relacionamentos com os outros. Só quando nos vemos reflectidos nos outros é que recebemos feedback sobre quem somos. Se conseguirmos encarar as questões que os nossos filhos nos levantam como oportunidades de desenvolver o carácter tanto para nós como para eles, acharemos os problemas muito menos incómodos. Só aumentamos as dificuldades quando nos preocupamos, nos culpamos ou tentamos fugir aos desafios que enfrentamos com os nossos filhos.
Considere aquilo com que lhe é dificil lidar relativamente aos seus filhos; de seguida, veja qual a lição que lhe é reservada a si. Ao lidar com isto, aliviará a luta com a criança, e o vosso relacionamento melhorará. 

Sinta-se honrado, porque por alguma razão eles o escolheram, e esteja à altura da tarefa que lhe foi confiada. Dê-lhes o seu tempo, a sua atenção, a si próprio; amor é isso.
As crianças recordam os eventos importantes passados consigo, mas não se recordam da frequência com que ocorreram. Por isso, dê-lhes tudo, sempre que possa.

Melanie Melvin


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segunda-feira, 23 de junho de 2014

Pensamento da semana...

"A matéria é o veículo para a manifestação da alma neste plano de existência, e a alma é o veículo de um plano superior, para a manifestação do espírito."

                                                                      Alice A. Bailey

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segunda-feira, 16 de junho de 2014

Pensamento da semana...

"Se existe na vida uma panaceia, a cura para tudo, só pode ser a auto-estima."

                                                                  Paul Solomon

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segunda-feira, 9 de junho de 2014

Pensamento da semana...

"O requisito para alcançar a saúde psicológica e espiritual é aprender a tomar posse do seu poder pessoal."

                                                                          Dr. Joshua David Stone

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segunda-feira, 2 de junho de 2014

Pensamento da semana...

"Cada pessoa vem a este mundo com um destino especifico - tem alguma coisa a cumprir, alguma mensagem a entregar, algum trabalho a concluir. Não estamos aqui por acidente - há um sentido para aqui estarmos. Há um propósito por detrás de nós. O todo quer fazer algo através de nós."

                                                                                                                  Osho

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quarta-feira, 28 de maio de 2014

O nosso Juiz Interior




A vida quotidiana é árdua. Todavia, ocupamo-nos em complicá-la com auto-exigências absurdas, pretensões distorcidas e mandatos internos que fariam empalidecer qualquer soldado de batalhas heróicas. Opera no nosso interior um juiz implacável que julga desmedidamente qualquer atitude que não tenha preenchido ao máximo as nossas expectivas pessoais, medindo com uma severidade desmedida o alcance dos nossos desempenhos.
Às vezes acreditamos que podiamos ter feito melhor as coisas. É sempre possível melhorar. Contudo, todos fazemos o melhor que podemos, em todos os âmbitos.
Nunca vi uma mãe fazer o menos possível para os seus filhos, nem um pedreiro fazer a pior construção, nem o artista a obra mais feia, nem um empresário ser menos arriscado, nem uma dona de casa a tarefa menos esforçada. Todos tentamos, a cada dia, de acordo com os nossos recursos, fazer o melhor.
Por isso, para as personalidades demasiado exigentes seria conveniente amarmo-nos um pouco mais, aceitarmo-nos como somos com os nossos pontos fracos. Assim, poderíamos diminuir as nossas apreciações em relação aos outros.
Poderíamos olhar de vez em quando tudo o que somos capazes de levar a cabo. Poderíamos amar os nossos erros, o nosso cansaço, as nossas tristezas ou desilusões permitindo que floresça espontaneamente do nosso interior tudo o que seja regular, incompleto, sobrecarregado, a meio caminho, desencaixado ou distraído. Porque essas partes menos sólidas também constituem o que somos. Fazem-nos humanos, imperfeitos, alcançáveis, iguais aos outros. A alguns de nós faria bem deixar de nos julgar a cada momento para encontrar a beleza nos defeitos, nos próprios e nos alheios. Então a vida poderia converter-se numa brisa suave e delicada, as pessoas aproximar-se-iam sem tanto medo, nós também teríamos menos medo a enganarmo-nos e daríamos conta que todos somos merecedores de ser amados, sobretudo se abrirmos as nossas couraças,se formos menos duros connosco e se dermos as boas-vindas aos ventos da tolerância.

Laura Gutman

Tradução livre daqui

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