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quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Desfazer Crenças Limitadoras





Os pensamentos de longa data firmemente gravados na nossa mente limitam-nos... sem que muitas vezes nos apercebamos! Dado que esse tipo de actividade mental não pode conduzir-nos numa nova direcção, a tomada de consciência deve ser o primeiro passo a dar....
O desenvolvimento da nossa consciência é, com efeito, a primeira actividade a pôr em prática neste encontro com o nosso verdadeiro eu. 
O facto de vivermos a nossa vida sem nunca nos questionarmos acerca dos nossos padrões mentais e das nossas convicções, dia após dia, ano após ano, é uma hábito que encoraja e estimula o nosso ego (o nosso falso eu). O ego agarra-se à crença de que somos apenas o que temos e o que fazemos. Ter noção da nossa verdadeira essência permite-nos tomar consciência da nossa magnificência, da nossa divindade e do poder que temos para criar o que julgamos ser o nosso  propósito neste planeta, sem recorrermos a nenhuma desculpa para o impedir! 
Se não se consciencializar de que não tem que ficar bloqueado nos seus velhos hábitos mentais, esses hábitos prevalecerão e persistirão.

Para nos libertarmos dos velhos hábitos mentais é fundamental identificar-mos os impedimentos que criámos na nossa vida e reconhecermos que tais impedimentos não passam de desculpas para justificar supostas limitações pessoais. 
Ao tomar consciência de como constrói as suas desculpas abrirá as portas a amplas e novas possibilidades. Poderá iniciar este processo prestando atenção à parte de si que acredita em limitações e restrições. Observe os pensamentos que lhe atravessam a mente e as sensações que lhe percorrem o corpo e tente perceber quando elas não estão em ressonância com o seu verdadeiro eu. 
A consciência dá-lhe acesso ao seu eu superior. Se deixar que o divino crescer em si, a consciência espalhar-se-á para todos os aspectos da sua vida. 

Wayne W. Dyer


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quarta-feira, 22 de julho de 2015

O que Pensa é um Destino



Você pensa e os seus pensamentos materializam-se em experiências e assim, sem qualquer conhecimento seu, você está na realidade, a fazer a história do seu próprio destino, aqui e agora, pela maneira como se permite pensar, dia após dia e durante todo o dia.
Isto está inteiramente nas suas mãos. Ninguém além de si, pode impedir o seu progresso. Nenhuma outra pessoa pode envolvê-lo em dificuldades ou limitações. Nem pais, esposas, maridos, patrões, vizinhos; nem a pobreza, ignorância ou qualquer outra força jamais pode afastá-lo daquilo a que tem direito, desde que tenha aprendido a pensar correctamente.

Emmet Fox

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quarta-feira, 8 de julho de 2015

Os 4 Níveis da Existência




A Vida Humana consiste em quatros aspectos: os níveis espiritual, mental, emocional e físico da existência. Para encontrarmos equilíbrio, globalidade e realização na nossa vida, precisamos de curar. desenvolver e integrar todos esses quatro aspectos dentro de nós próprios.

O nosso aspecto espiritual é a nossa essência interior, a nossa alma, a parte de nós que existe para além do tempo e do espaço. Ele liga-nos à fonte universal e à Unidade de toda a Vida. Desenvolver a consciência do nível espiritual do nosso Ser permite-nos experimentar um sentido de "pertença" do Universo, um significado e propósito mais profundos na nossa vida e uma perspectiva mais abrangente do que a que temos partindo da personalidade. Este nível fornece uma plataforma para o desenvolvimento dos outros níveis.

O nosso aspecto mental é o intelecto a nossa capacidade de pensar e raciocinar. O nível mental da nossa existência consiste nos pensamentos, atitudes, crenças e valores. A nossa mente pode ser o nosso maior dom e, por vezes a nossa maior desgraça. Pode causar-nos uma terrível confusão ou trazer-nos um profundo entendimento. Desenvolver o nível mental permite-nos pensar claramente, permanecer de espírito aberto e, contudo, descriminar de forma inteligente. A nossa mente permite-nos acumular conhecimento e sabedoria a partir da experiência da vida e do mundo que nos cerca.

O nosso aspecto emocional é a nossa capacidade de experimentar a vida profundamente, de nos relacionarmos uns com os outros e com o mundo no nível dos sentimentos. É aquela parte de nós que procura um contacto significativo e a relação com os outros. Desenvolver  nível emocional permite-nos sentir a gama completa da experiência humana e encontrar realização nas nossas relações connosco e com os outros.

O nosso aspecto físico é, claro, o nosso corpo físico. Ele também inclui a nossa capacidade de sobreviver e prosperar no mundo material. Desenvolver o nível físico inclui aprender a tomar conta dos nossos corpos e tirar prazer deles. Também significa desenvolver a capacidade de viver de forma confortável e segura no mundo.

Se nos quisermos sentir inteiros e levar vidas saudáveis e reconfortantes, temos que dedicar algum tempo e atenção à cura e desenvolvimento de cada aspecto.
O processo de crescimento pessoal consciente pode começar em qualquer nível.
Quando desenvolvemos um aspecto, a vida estimula-nos a explorar outro aspecto. Por vezes, podemos estar a trabalhar em dois, três ou todos os quatro aspectos ao mesmo tempo. Os quatro níveis estão interrelacionados e qualquer trabalho que façamos num, afecta todos os outros. 

Quando curamos um nível, favorecemos o desenvolvimento de todos os outros níveis. 
Fortalecer a nossa ligação espiritual dá-nos a inspiração e a coragem de que precisamos para aguentar uma profunda cura emocional. Quando fazemos o trabalho de cura emocional libertamos energias bloqueadas limpando também deste modo os níveis mental e físico. Quanto mais sintonizados estamos com os nossos corpos físicos, tanto mais energia sentimos em cada nível. 
O objectivo fundamental é a integração de todos eles através do nosso próprio desenvolvimento e equilíbrio - espiritual, mental, emocional e físico.
Quando fazemos isso, não só trazemos harmonia e globalidade às nossas vidas, mas também ajudamos a trazer cura e equilíbrio ao mundo.

Shakti Gawain


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quarta-feira, 17 de junho de 2015

Ser Consciente do que quero para a minha Vida





Algumas pessoas falam como se você pudesse fazer tudo o que deseja, enquanto outras falam como se fosse um "boneco" do destino, sem nenhum direito de escolha. Ambos os conceitos estão errados. A verdade é que pode fazer qualquer coisa, ter qualquer coisa ou ser qualquer coisa para a qual tenha consciência - mas não de outro modo.

Para ser saudável precisa de ter consciência da saúde.
Para ser próspero precisa ter consciência de prosperidade.
Para ser bem sucedido em qualquer tipo de empreendimento, precisa de ter a consciência correspondente.

Existe uma expressão que diz que para realizar qualquer coisa difícil "precisa ter o que ela requer". O que ela "requer" é a consciência correspondente.

Nós temos livre-arbítrio para desenvolver um determinado tipo de consciência, e então podemos ser qualquer coisa em concordância com essa consciência.

Construa a consciência para aquilo que deseja verdadeiramente e nada o impedirá que realize esse desejo.

Emmet Fox

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sexta-feira, 5 de junho de 2015

Vá com Calma....




NÃO SE APRESSE. Vai viver eternamente - em algum  lugar. De facto, está na eternidade agora, assim sendo, porquê precipitar-se?

NÃO SE PREOCUPE. Daqui a vinte anos, qual será a importância disto? Portanto, porquê afligir-se?

NÃO CONDENE. Como não se pode colocar na pele do outro, não tem possibilidade de saber quais as dificuldades que ele tem enfrentado - quanta tentação ou incompreensão, ou estupidez dentro de si mesmo ele tem tido de superar. Você também não é perfeito e poderia ser muito pior nos sapatos dele. Não julgue!

NÃO GUARDE RESSENTIMENTO. Se algum mal foi feito a Grande Lei há-de se encarregar dele. Eleve-se em percepção do que se passa ao redor e liberte tanto o delinquente como a si mesmo. O perdão é o remédio mais poderoso.

NÃO SE LAMENTE. O conceito que você tem é aquilo que vê; sendo assim, trate-o e transforme-o.

NÃO SEJA ÁVARO. Não pode reter o que não lhe pertence por direito de consciência. A avareza atrasa o seu bem estar.

NÃO EMPURRE. Agora, está sempre no lugar onde deveria estar. Se não gosta dele mude-o elevando a sua consciência. Este será permanente. 


Emmet Fox


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quarta-feira, 26 de março de 2014

Dialogar com as vozes internas...




Todos  nós queremos agarrar-nos a estranhas imagens de nós e abandonar outras.
De nós coabitam muitas vozes. Para entrar em contacto com o nosso conhecimento intuitivo, temos de tomar consciência e ouvi-las. Contudo, estas vozes interiores têm por vezes necessidades contraditórias e, quando assim é, enviam mensagens diferentes, que nos podem deixar confusos. 
Por exemplo, decide seguir a via da acção. A meio do dia, uma voz interior diz-lhe que dê uma volta de 180 graus. Inicia um novo projecto e, de repente, oura voz assedia-o com dúvidas e medos. Imaginemos outro cenário: apaixonou-se e está feliz até que uma voz começa a chamar a sua atenção única e exclusivamente para os aspectos negativos do seu companheiro/a. Qual destas vozes é a verdadeira? Em qual deverá confiar?
Formulamos com frequência estas questões porque, de uma forma geral, não temos consciência das diversas vozes que nos habitam e nos enviam mensagens contraditórias. Corremos de um lado para o outro, reagindo a impulsos ocasionais. Na verdade, os impulsos não são casuais e sim respostas directas às diferentes vozes interiores.
É importante aprendemos a ouvi-las, embora muitas destas vozes nos possam assustar. Dado que são por vezes, ameaçadoras, tendemos a ignorá-las. Embora as ouvimos na mesma, mas a um nível inconsciente. Estas vozes, subtilmente, vão afectar o nosso comportamento e aquilo que sentimos. Bloqueá-las é perigoso, porque perdemos a lucidez e o poder de fazer escolhas positivas. 
Quando permitimos que estas vozes falem, quando as ouvimos, aceitamos e agradecemos, estas partes de nós antes ocultas ganham expressão e sentem-se igualmente aceites. 
Quando paramos e e ouvimos com respeito o que se passa dentro de nós, dando a cada uma das vozes interiores a possibilidade de ser ouvida, tornamo-nos mais vivos, libertamos a nossa energia e reclamamos a totalidade do que somos. 

Brenda Shoshanna


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quarta-feira, 19 de março de 2014

Nenhum problema pode ser resolvido no mesmo nível de consciência que foi criado *






O nível do problema nunca é o nível da solução. 
Quando duas partes disputam, recorrem a um juiz, porque a imparcialidade e os distanciamento estão num nível mais elevado do que a combatividade e a recusa de sair da posição em que se está.
Espiritualmente, existe um nível mais elevado do que todos os outros - é o nível da transcendência. Quando transcende, liberta-se de ligações pessoais. Já não fica preso a hábitos nem a condicionalismos antigos, solicita à sua consciência mais elevada que entre na situação e encontre uma solução.
Transcender é mais do que simplesmente deixar ir. Em termos práticos, estão implicados outros passos:

- afasta-se do problema e fica a saber que existe mais do que uma maneira do analisar
- abandona a sua pretensão de ser já detentor da verdade
- abre-se a novas possibilidades
- afasta a resistência interior para encontrar uma resposta, esta resistência pode surgir sob a forma de irritação, ressentimento, inveja, teimosia ou insegurança
- convoca a resposta para que se manifeste do modo que quiser, o que significa estar atento a alternâncias e a mudanças inesperadas - o seu opositor mais acérrimo pode de repente concordar consigo, ou agravos antigos podem desaparecer.

O que viabiliza a transcendência não é a fé cega em si próprio. É permitir que uma visão completa do mundo se manifeste através de si. Se não sentir que os princípios iniciais são verdadeiros, o seu eu mais elevado não se sentará num tapete mágico para lhe resolver os problemas. 
Contudo, se se dedicou ao processo de crescimento pessoal e à expansão de consciência, então, os poderes que anteriormente estiveram ocultos, ou bloqueados irão manifestar-se. 
Uma famosa máxima do grande escritor alemão Goethe diz: "Seja corajoso e forças poderosas virão ao seu encontro". 
A coragem é a capacidade de sair dos limites impostos pelo medo e pela insegurança. Transcende as sua próprias limitações, sem que seja necessário um teste de coragem. 


Deepak Chopra

* Albert Einstein

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

"Olhar para dentro"






Na verdade, já todos o fazemos.
Quando nos perguntam como nos sentimos, ou o que pensamos sobre algo, ou se não nos teremos esquecido de trancar a porta das traseiras, olhamos imediatamente para dentro em busca da resposta. O foco da nossa atenção transfere-se do mundo exterior para o interior.

O que procuramos quando olhamos para dentro? Um mundo de plenitude, atravessado por pensamentos, sentimentos, sensações, memórias, esperanças, desejos, sonhos e medos. Ninguém fica indiferente ao seu fascínio. Nele vivemos a experiência de sermos nós próprios e tudo o mais que possamos imaginar. Todavia, todas as experiências agradáveis têm contraponto doloroso.
É este o ponto de partida do crescimento espiritual, pois, ao perceberem que a origem do seu sofrimento se situava dentro deles - através de pensamentos dolorosos, recordações, mais presságios e culpa - os seres humanos lançaram-se na busca de uma solução.
Será possível olhar para dentro sem sentir sofrimento? Mesmo quando nos sentimos felizes e o dia nos corre bem, é impossível evitar a sombra das coisas más que hão de sobrevir. Não é pois, no plano do pensamento que reside a cura para o sofrimento, já que nenhum de nós tem controlo sobre os pensamentos dolorosos. 
Existe um outro nível da mente onde impera o silêncio. Se conseguirmos escutar este silêncio, a nossa mente começará a transformar-se e, em vez de ser dominada pelo medo, pela culpa e por outras formas de sofrimento interior, passará a ser dominada por um estado de tranquilidade e constância. Deste estado, nasce uma sensação de bem-estar e um sentimento de segurança. Se soubermos preservá-lo e continuarmos a praticar o silêncio interior a tranquilidade começará a a surgir, seguida da alegria e da felicidade. 
É esta a revelação do verdadeiro eu e o que significa "olhar para dentro". 


Deepak Chopra

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Consciência...





A consciência é um estado de ser em que podes optar por viver. Significa estar desperto para o momento. 
Trata-se de ser um observador perspicaz do que é assim e porquê; do que está a acontecer e porquê; do que pode fazer com que não aconteça e porquê; de todos os desfechos possíveis- e mais prováveis- de qualquer escolha ou acção, e do que as torna possíveis e prováveis. 
Viver em consciência é não fingir que não se sabe.
A consciência trata de ser consciente, e ser consciente de que estás consciente. 
A consciência tem muitos níveis.
A consciência é estares consciente do nível de consciência de que estás consciente, e estares consciente de que não existe nenhum nível de consciência de que possas não estar consciente, se estiveres consciente disso. 
Quando vives uma vida de consciência, deixas de fazer as coisas inconscientemente. Não podes, porque estás consciente de que estás a fazer qualquer coisa inconscientemente e isso, evidentemente, significa que estás a fazer conscientemente. 
A consciência é reparar no momento. É parar, olhar, escutar, sentir e experimentar totalmente o que está a acontecer. É uma meditação. A consciência transforma tudo numa meditação. Lavar a loiça. Fazer amor. Cortar a relva. Dizer uma palavra em voz alta a outrem. Tudo se torna numa meditação. 
O que estou a fazer? Como estou a fazer isto? Porque estou a fazer isto? Que estou a ser enquanto faço isto? Que estou a experienciar neste preciso momento? Como estou a experienciá-lo? Porque estou a experienciá-lo da forma como o estou a experienciar? O que estou a ser enquanto o experiencio? Porque estou a ser isto enquanto estou a experienciar? O que tem isto tudo a ver com o que estou a experienciar? O que tem tudo isto a ver com o que as outras pessoas experienciam de mim?

A consciência é passar para o nível do Observador Que Não é Observado. Estás a observar-te a ti próprio. Depois estás a observar-te a observares-te a ti próprio. Finalmente, não há ninguém a observar-te a observares-te a ti próprio. Tornaste-te o Observador Que Não É Observado.
Isso é Consciência Total. 
É fácil. Não é tão difícil nem complicado como parece. Trata-se de parar, olhar, escutar, sentir. Trata-se de saber, e saber que sabes. 

Neale Donald Walsch 

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Ser mais consciente... que mudanças traz para a nossa vida?





A Consciência humana é como uma casa grande com muitos quartos. Quando nascemos é como chegássemos a um desses quartos e aí vivêssemos até morrer. De vez em quando, tentamos aceder ao resto da casa, empurrando a porta, mas sem sucesso.
Para abrirmos a porta para uma consciência mais ampla, temos de a abrir interiormente. Quando você percebe que não é obrigado a ficar fechado num dos quartos da consciência, volta-se para uma nova direcção. E é neste momento que toma a decisão de ser livre. A liberdade é a capacidade de deixar o quarto da consciência onde nasceu. Dentro desse quarto, aprendeu quais eram os limites da sua vida. Fora do quarto, aprende que a sua vida tem possibilidades ilimitadas.

Ao percorrer o seu caminho interior, as características que se seguem, próprias duma consciência mais ampla, vão provavelmente tornar-se parte da sua vida:

- Vai conhecer e intensificar o significado das coincidências: torna-se ciente que não existam acidentes neste sistema inteligente. Percebe que tudo o que acontece na vida tem qualquer coisa para lhe ensinar. Começa a perceber que é um parceiro do destino, em vez de ser vitima dele.

- Vai tornar-se ciente da existência de uma fonte de energia universal: passa a ter fé na fonte de energia universal. Começa a exercitar a sua capacidade para entrar em contacto com esta fonte e fazer dela uma parte da sua vida diária.

- Vai sentir-se amado: vai pedir e aceitar a orientação divina. Este alimento vital é sentido tanto nas suas experiências  interiores como exteriores. Tudo parece ser exactamente aquilo que deve ser, mesmo quando você não consegue entender como. Sinta-se tranquilo em relação àquilo que vê e àquilo que sente.

- Vai desenvolver um sentido de apreciação e de assombro: começa por ver a beleza e por se sentor assombrado pela magnificência do Universo. O sentimento de apreciação da beleza é na verdade o sentimento de amor quando você está ligado ao divino. Esse amor vai enchê-lo de uma nova sensação de poder.

- Vai sentir-se ligado aos outros: à medida que o seu ser mais elevado se torna a força dominante na sua vida, você torna-se cada vez mais consciente da sua ligação com os outros. Vai sentir que qualquer coisa que seja destrutiva para um ser humano é destrutiva para todos. Vai perceber que a essência da força da vida que flui através de si flui através de todos.

- Vai fazer um novo acordo com a realidade: quando a sua alma se tornar a força condutora na sua vida, você vai quebrar o acordo vulgar que estabeleceu com a realidade, intelectual e fisicamente. Os limites da sua percepção vão expandir-se. Vai perceber que possui dentro de si a capacidade de manifestar todos os "poderes". 

- Vai experimentar a rendição e a aceitação: vai finalmente parar de lutar  e abandonar-se, simplesmente, mesmo quando não consegue entender porque é que tantas coisas parecem inconsistentes com a forma como você orquestraria o Universo. 

- Vai conhecer o poder e o êxtase do silêncio: vai descobrir que quando "entra no silêncio", entra no lugar mais sagrado de todos. A oração e a meditação passarão a estar integradas na sua vida. As respostas que procura, a orientação de que precisa, a assistência de que necessita, vão aparecer-lhe quando honra o seu verdadeiro ser nos momentos de silêncio.

- Vai perceber que há uma solução espiritual para cada problema: cada problema, seja ele com relacionamentos, finanças, saúde ou imagem pessoal,  tem uma solução no seu eu sagrado.    

- Vai viver autenticamente: não vai ter dificuldade em ser você mesmo. Vai saber que uma vida realmente vivida conduz à verdade universal e a uma consciência mais elevada. 

- Vai experimentar a felicidade como um estado natural: vai ter acesso a um conhecimento tranquilo interior. Vai descobrir que essa felicidade é um estado natural a que se pode aceder sem o contributo de quaisquer substâncias externas. É um estado de graça de auto-suficiência. 

- Vai julgar menos e perdoar mais: vai começar a ver que julgar os outros não os define a eles, define-o a si. Vai aceitar que os outros sigam o seu caminho. Vai compreender que os "erros" mal compreendidos estavam de alguma maneira, numa ordem divina. O não-julgamento e a capacidade de perdoar irão trazer uma nova serenidade à sua vida. Também vai começar a perdoar a si mesmo. Vai ver os erros como lições para se transcender.  

Wayne W. Dyer


quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Consciência e Mudança...





A consciência é a capacidade de libertar o antigo e adoptar o novo com a percepção de que todas as coisas terminam no momento certo e todas as coisas começam no devido momento.
É difícil aprender a viver com esta verdade porque os seres humanos buscam a estabilidade- a ausência de mudança.
Portanto, tornar-se consciente significa viver plenamente no momento presente, sabendo que nenhuma situação ou pessoa será exactamente a mesma amanhã. Quando a mudança acontece esforçamo-nos por interpretá-la como uma parte natural da vida e tentamos "fluir com ela", como aconselha Tao Te Ching, e não contra ela.
Tentar fazer com que as coisas fiquem na mesma é simultaneamente inútil e impossível. A nossa tarefa é contribuir com o melhor da nossa energia para todas as situações, com o entendimento de que influenciamos, mas não controlamos, o que experienciaremos amanhã.

Carolyne Miss