Wayne W. Dyer
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Pensamento da semana...
"Em qualquer relação em que duas pessoas se tornam uma, o resultado final é duas metades de pessoa"
segunda-feira, 17 de junho de 2013
Pensamento da semana...
"Quando podemos enfrentar os nossos medos e movermo-nos através da tal "noite escura da alma", somos abençoados com o amanhecer de uma profunda e nova aventura".
Shakti Gawain
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Os pensamentos fluem pelo pelo rio abaixo....
Já alguma vez se sentou junto ao rio a ver as folhas passar flutuando pacificamente à sua frente?
As folhas são independentes umas das outras, mas estão ligadas pelo rio. Pode observar qualquer folha até que desapareça de vista. As folhas flutuam, sem lhes interessar se gosta ou não delas ou se preferisse que elas flutuassem de outra forma.
É possível encarar os nossos pensamentos de forma semelhante. A nossa mente consciente produz uma série contínua de pensamentos, um logo a seguir ao outro. Quando nos concentramos num pensamento em especial, este torna-se presente e visível. Se a sua atenção se focar noutra coisa, o pensamento sai da cabeça.
Os pensamentos vêm e vão. Assim que percebemos que somos os pensadores dos próprios pensamentos e que a nossa mente, não produz "realidade" mas sim "pensamentos" deixaremos de nos sentir afectados por aquilo que pensamos.
Se observarmos os pensamentos em vez de nos prendermos neles, libertamo-nos.
O "diálogo mental" não pára, mas se nos afastarmos e simplesmente observarmos, os pensamentos negativos podem ser observados sem ficarmos focados neles.
Richard Carlson
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Pensamento da semana...
"A essência da grandeza consiste na capacidade de escolhermos a realização pessoal em circunstâncias em que os outros optam pela loucura"
Wayne W. Dyer
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Confiar e Seguir a Intuição
Quando pela primeira vez conhecemos o poder superior do Universo, perguntámo-nos como podemos entrar em contacto com ele, ou ter de novo acesso a ele.
Podemos aceder à sabedoria que existe em cada um de nós através daquilo que vulgarmente chamamos intuição. Ao aprendermos a pôr-nos em contacto, a ouvir e a agir de acordo com a nossa intuição, podemos ligar-nos a essa sabedoria interior e deixá-la tornar-se na força que nos guia.
Todos nós já tivemos, em certos momentos, experiências em que sentimos a energia da vida, a sabedoria e o poder fluírem através de nós, quando nos sentimos momentaneamente "iluminados".
Temos um breve momento de clareza e poder que logo se desvanece. Quando ele desaparece sentimo-nos perdidos e duvidamos de nós mesmos.
Quanto mais praticar e confiar e seguir a sua intuição, mais consistente será a sensação de "fluir". Nesses momentos, sentirá então que se encontra no sítio certo em cada instante. Estará onde a energia for melhor para si, fazendo aquilo que deseja e vendo acontecer milagres. A sua energia poderá também ter um efeito transformador nos outros.
À medida que intensificar a mudança na sua intuição, tudo se modificará na sua vida. A principio, quando resolve deixar partir todos os seus velho padrões, pode parecer que toda a sua vida se está a desmoronar. Poderá descobrir que tem de abandonar tudo a que se encontrava apegado.
Algumas relações podem dissolver-se ou simplesmente "ser um fiasco" por falta de energia. Velhos passatempos podem deixar de interessar. Pode mesmo perder o emprego ou decidir deixá-lo.
Claro que estas mudanças podem ser aborrecidas e assustadoras.
Com o passar do tempo, irá aperceber-se que tudo isso faz parte das transformações pelas quais está a passar.
Quando aprender a ser verdadeiro consigo mesmo, irá descobrir que atrairá pessoas, trabalho e outras circunstâncias que reflectem a sua evolução e desenvolvimento.
Shakti Gawain
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Pensamento da semana...
"Se decidiu que quer fazer uma diferença no mundo, a primeira coisa que será convidado a realizar será uma diferença na sua vida"
Neale Donald Walsch
quinta-feira, 30 de maio de 2013
"Deixar o ninho..." e Voar
A dependência introduz-se na vida de muitas e variadas formas e derrotá-la por completo torna-se mais difícil devido ao grande número de pessoas que beneficiam da dependência psicológica de outra.
A independência psicológica significa liberdade total de todas as relações obrigatórias e a ausência de comportamentos orientados para os outros. Significa não termos de fazer algo que, se o relacionamento não existisse, não escolheríamos fazer.
A história de "deixar o ninho" torna-se particularmente difícil porque a sociedade nos ensina a satisfazer determinadas expectativas em relacionamentos especiais, como aqueles que temos com os pais, com os filhos, com figuras de autoridade e com entes queridos.
"Deixar o ninho" quer dizer que você se torna você mesmo, vivendo como prefere e escolhendo os comportamentos que deseja ter.
Não significa que corte relações com quem quer que seja. Se gosta da sua maneira de interagir com alguém e isso não interfere nos objectivos que quer atingir, então essa relação é algo que deve preservar, em lugar de a mudar.
Por outro lado, a dependência psicológica significa que você tem relacionamentos em que não lhe é permitido escolher, uma relação em que é obrigado a ser algo que não quer ser e em que se ressente da forma como é forçado a comportar-se.
Se deseja ter algum tipo de relacionamento, isso não é doentio. Contudo, se precisa dele ou é obrigado a mantê-lo, ressentindo-se disso, então está numa área autodestrutiva.
É a obrigação que constitui um problema e não o relacionamento em si. A obrigação desenvolve sentimentos de culpa e dependência, ao passo que a escolha nutre amor e independência.
Não existe escolha num relacionamento de dependência psicológica e, como resultado, haverá sempre indignação e sentimentos doentios numa aliança deste género.
Ser-se psicologicamente independente implica não necessitarmos dos outros. Repare que não disse querer os outros, mas necessitar. A partir do momento em que necessita dos outros torna-se vulnerável, um escravo.
A chave de uma vivência e de uma educação funcionais é a independência. Da mesma forma, o segredo de um casamento funcional é uma fusão mínima e autonomia e autoconfiança máximas.
E embora, possa recear verdadeiramente libertar-se das relações de dependência, se interroga-se aqueles de quem depende emocionalmente, constataria, com surpresa, que eles admiram mais os que agem e pensam pela sua cabeça.
Temos uma ironia: você ganha a maior consideração possível por ser independente, particularmente da parte daqueles que mais se esforçam por mantê-lo subordinado.
O ninho paterno é um lugar maravilhoso para uma criança se desenvolver, mas deixá-lo é ainda mais bonito e pode ser visto dessa maneira tanto pela pessoa que parte, como por aquela que a observa a levantar voo.
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