segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Pensamento da semana...

"As pessoas medem a estima umas das outras pelo que cada uma tem, e não pelo que cada uma é... Não há nada que lhe possa trazer paz senão você mesmo."


                                                                              Ralph Waldo Emerson

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Focar no medo e Focar no amor




Quando gasta tempo e energia preocupado com a maneira como os outros o vêem, está nas garras do ego. O medo vai ser o seu companheiro constante.
O foco sobre o medo é o veículo que usa para expressar a sua humanidade. O veículo é a carreira que escolheu, as roupas que usa, os bens que acumulou, o dinheiro que tem e todas as maneiras como se expressa. Estes veículos podem tornar-se todo o foco na sua vida. São tentativas para que o mundo e você mesmo saibam o quanto é importante, assim como para satisfazer a necessidade do seu ego de ser reconhecido.

O foco sobre o amor não se preocupa com a necessidade de impressionar ou com os símbolos exteriores de estatuto na sua vida. O amor expressa-se sempre ao serviço do Universo e ao serviço dos outros. Não se preocupa com o que veste, com o que realiza ou com o que os outros pensam. O amor não pede nada em troca. É seguro, por isso não receia a forma como o vêem.
O medo diz que aquilo que tem para dar nunca é suficiente, porque ele vem de uma falta. O amor diz que foi criado por Deus e que é perfeito. O que ele tem para dar será sempre suficiente, numa relação saudável.

Quando se abandona o medo, o foco da sua vida muda dos veículos da sua expressão- a busca de aprovação e o evitar a rejeição- para o seu eu divino e para aquilo que o seu autêntico está a expressar.
O seu ego conduzido pelo medo vai tentar convencê-lo  de que o amor não é a resposta. Vão surgir pensamentos a respeito de provar algo aos outros, a respeito de comprar e de possuir coisas grandes ou a respeito de contas que não se podem comprar com amor. Estes diálogos consigo mesmo são o seu ego a dizer-lhe que abandone a suas inclinações mais elevadas.
Quando experimenta este género de pensamentos, precisa de lembrar a si mesmo que não aceita esta imagem falsa. É uma ilusão pensar que a maneira de prevenir a pobreza e a rejeição é tendo o medo, em vez do amor, a dirigir a sua vida. Quando tem determinação e está focado em se expressar a si mesmo com amor, sem se preocupar com a forma como essa expressão se manifesta, o Universo começa a tratar dos pormenores. Você passa a ser guiado e a abundância flui pela sua vida. Os seus relacionamentos tornam-se parcerias espirituais.

Quando o foco da sua vida se baseia no medo, você tende a acreditar que o seu valor se baseia no seu desempenho. Se desempenha bem, vale alguma coisa; se falha, não vale nada. 
Quando o amor é o foco da sua vida, não precisa recear um fraco desempenho. Sabe, no seu coração que é muito mais do que o seu desempenho. Você evoluiu do medo para o amor. Sabe que o seu valor nunca está em causa. 

Wayne W. Dyer

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Pensamento da semana...

"A minha verdadeira relação é a relação comigo mesmo, todas as outras são apenas espelhos dela"

                                                                                      Shakti Gawain

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Do que não se gosta?




Madre Teresa disse que o amor é o ponto fulcral da nossa existência. Ela escreveu: "Nós fomos criados com este propósito: amar e sermos amados."
Se não está a experimentar o amor na sua vida, é porque tem de algum modo, medo. Precisa de observar os seus medos com honestidade e com amor. 
O seu ego promove firmemente o medo, porque ele receia o amor autêntico. Este eu falso ajuda-o a convencer-se de que você está, de alguma forma incompleto. Esta é a raiz de todo o medo.
Receoso de ter o seu vazio, a sua imperfeição exposta, gasta uma grande dose de energia a criar uma imagem de falsa felicidade. Mas se parar, e fizer uma avaliação realista, pode sentir que a sensação de estar incompleto é um apelo de uma parte renegada de si mesmo.

De que é que não gosta na inteligência universal que flui através de si? Saudar o ser espiritual que você é, ter uma experiência humana e sentir o amor que existe- de que não gosta no meio disto tudo? 
O medo de expor o vazio faz com que continue a procurar relacionamentos que o ego lhe diz que vão satisfazer o desejo que há dentro de si. O que acontece é que entra numa relação faminta de amor, que é o seu eu mais elevado. A sua fome interior está disfarçada, fingindo ser outra coisa. Não admira que tantas pessoas pensam, repetidamente, que encontraram o amor e que declarem, repetidamente, que o perderam. 
É muito diferente quando você consegue reparar no vazio interior e pensar: "De que não gosto? Este desejo faz parte de ser humano e de conhecer o amor." Imagine simplesmente como é que o nosso sistema poderia ser se as pessoas percebessem que já estão completas. 
O que precisaria de adquirir? O que é que teria de possuir? Quem precisaria de impressionar? Quem precisaria de ter a seu lado? As respostas podem dar-lhe uma ideia do quanto nós confiamos no medo de estarmos incompletos e de não sermos aceites, assim como do quanto nós estamos inconscientes da nossa ligação divina. 
O medo que substitui o amor é simplesmente o medo de não sermos aceites. Se você se ama a si mesmo, será capaz de transformar os seus medos com amor, em vez de os deixar conduzir a sua vida.

Se tiver uma sensação interior de estar completo e pleno, conhecendo a presença cheia de amor que aí mora, então o medo torna-se um convite amável para aprender mais ou para mudar alguma coisa na sua vida. O medo já não o vai ameaçar como antes, quando ainda não conhecia o seu eu mais elevado. 

Quando conhece intimamente o seu eu mais elevado, passa a ter uma profunda sensação de amor. O medo, tal como o conhecia, torna-se impossível. Com isto em mente, a resposta à pergunta "Então do que é que não se gosta?" é que não há absolutamente nada que não se goste. Não há nada a recear quando sabe que é divino e completo e que não tem nada para o provar.

Wayne W. Dyer

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Pensamento da semana...

"A aceitação é o maior dos paradoxos: só podemos deixar de ser como somos, quando nos aceitamos tal como somos."

                                                                                     Melody Beattie

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Pensamento da semana...

"Quando reprimo as emoções, o meu estômago, contabiliza-as..."

                                                       John Powell

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Ser mais consciente... que mudanças traz para a nossa vida?





A Consciência humana é como uma casa grande com muitos quartos. Quando nascemos é como chegássemos a um desses quartos e aí vivêssemos até morrer. De vez em quando, tentamos aceder ao resto da casa, empurrando a porta, mas sem sucesso.
Para abrirmos a porta para uma consciência mais ampla, temos de a abrir interiormente. Quando você percebe que não é obrigado a ficar fechado num dos quartos da consciência, volta-se para uma nova direcção. E é neste momento que toma a decisão de ser livre. A liberdade é a capacidade de deixar o quarto da consciência onde nasceu. Dentro desse quarto, aprendeu quais eram os limites da sua vida. Fora do quarto, aprende que a sua vida tem possibilidades ilimitadas.

Ao percorrer o seu caminho interior, as características que se seguem, próprias duma consciência mais ampla, vão provavelmente tornar-se parte da sua vida:

- Vai conhecer e intensificar o significado das coincidências: torna-se ciente que não existam acidentes neste sistema inteligente. Percebe que tudo o que acontece na vida tem qualquer coisa para lhe ensinar. Começa a perceber que é um parceiro do destino, em vez de ser vitima dele.

- Vai tornar-se ciente da existência de uma fonte de energia universal: passa a ter fé na fonte de energia universal. Começa a exercitar a sua capacidade para entrar em contacto com esta fonte e fazer dela uma parte da sua vida diária.

- Vai sentir-se amado: vai pedir e aceitar a orientação divina. Este alimento vital é sentido tanto nas suas experiências  interiores como exteriores. Tudo parece ser exactamente aquilo que deve ser, mesmo quando você não consegue entender como. Sinta-se tranquilo em relação àquilo que vê e àquilo que sente.

- Vai desenvolver um sentido de apreciação e de assombro: começa por ver a beleza e por se sentor assombrado pela magnificência do Universo. O sentimento de apreciação da beleza é na verdade o sentimento de amor quando você está ligado ao divino. Esse amor vai enchê-lo de uma nova sensação de poder.

- Vai sentir-se ligado aos outros: à medida que o seu ser mais elevado se torna a força dominante na sua vida, você torna-se cada vez mais consciente da sua ligação com os outros. Vai sentir que qualquer coisa que seja destrutiva para um ser humano é destrutiva para todos. Vai perceber que a essência da força da vida que flui através de si flui através de todos.

- Vai fazer um novo acordo com a realidade: quando a sua alma se tornar a força condutora na sua vida, você vai quebrar o acordo vulgar que estabeleceu com a realidade, intelectual e fisicamente. Os limites da sua percepção vão expandir-se. Vai perceber que possui dentro de si a capacidade de manifestar todos os "poderes". 

- Vai experimentar a rendição e a aceitação: vai finalmente parar de lutar  e abandonar-se, simplesmente, mesmo quando não consegue entender porque é que tantas coisas parecem inconsistentes com a forma como você orquestraria o Universo. 

- Vai conhecer o poder e o êxtase do silêncio: vai descobrir que quando "entra no silêncio", entra no lugar mais sagrado de todos. A oração e a meditação passarão a estar integradas na sua vida. As respostas que procura, a orientação de que precisa, a assistência de que necessita, vão aparecer-lhe quando honra o seu verdadeiro ser nos momentos de silêncio.

- Vai perceber que há uma solução espiritual para cada problema: cada problema, seja ele com relacionamentos, finanças, saúde ou imagem pessoal,  tem uma solução no seu eu sagrado.    

- Vai viver autenticamente: não vai ter dificuldade em ser você mesmo. Vai saber que uma vida realmente vivida conduz à verdade universal e a uma consciência mais elevada. 

- Vai experimentar a felicidade como um estado natural: vai ter acesso a um conhecimento tranquilo interior. Vai descobrir que essa felicidade é um estado natural a que se pode aceder sem o contributo de quaisquer substâncias externas. É um estado de graça de auto-suficiência. 

- Vai julgar menos e perdoar mais: vai começar a ver que julgar os outros não os define a eles, define-o a si. Vai aceitar que os outros sigam o seu caminho. Vai compreender que os "erros" mal compreendidos estavam de alguma maneira, numa ordem divina. O não-julgamento e a capacidade de perdoar irão trazer uma nova serenidade à sua vida. Também vai começar a perdoar a si mesmo. Vai ver os erros como lições para se transcender.  

Wayne W. Dyer