segunda-feira, 30 de março de 2015

Pensamento da semana...

"Só fechando as portas atrás de nós, se abrem as janelas para o futuro."

                                                                                  Safo de Lesbos

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segunda-feira, 23 de março de 2015

Pensamento da semana...

"Conheci o bem e o mal, o pecado e a virtude, o certo o errado; julguei e fui julgado; passei pelo nascimento e pela morte, pela alegria e pelo sofrimento, pelo céu e pelo inferno; e no final eu reconheci que estou em tudo e que tudo vive em mim."

                                                                                                 Hazrat Inayat Khan

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quarta-feira, 18 de março de 2015

Projecção do Filme de Louise Hay "Você Pode Mudar a sua Vida"

28 Março e 11 Abril

15h

Torres Vedras



Este filme, baseado no livro "Cure a sua Vida" de Louise Hay, fornece conhecimentos profundos através da abordagem da história outrora dramática da autora e tem por base o seu contínuo desenvolvimento sobre temáticas como auto-estima, a abundância e as causas metafisicas que estão por trás de teorias que nós próprios criamos.
Revela o modo como a autora aplica estes conceitos a nível emocional, espiritual e profissional no seu quotidiano.


A seguir ao filme irá haver um espaço de partilha de ideias.


Valor de Troca: Por donativo

Inscrições: conscienciatranspessoal@gmail.com


segunda-feira, 16 de março de 2015

Pensamento da semana...

"A senda da consciência é uma espiral. Movemo-nos em ciclos, mas cada ciclo leva-nos a um nível mais profundo. Se uma lição conhecida volta a aparecer-nos, não devemos concluir logo que afinal não a tinhamos aprendido bem da primeira vez. Devemos antes lembrar-nos que estamos a avançar para níveis mais profundos de consciência, que nos fazem ver com olhos diferentes o que nos pode parecer uma questão ultrapassada."

Shakti Gawain

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sexta-feira, 13 de março de 2015

O que é a expansão da consciência...





À medida que crescemos, evoluímos e expandimos a nossa consciência no plano individual e no colectivo, os velhos moldes que tinhamos criado vão deixando de servir, como a roupa a uma criança. Para crescer a consciência rompe as suas antigas estruturas. Eram adequadas ao seu tempo, protegeram-nos, ajudaram-nos a expressar-nos, mas um dia deixámos de caber nelas. Dessa consciência mais alargada criamos então novas forma mais flexíveis, que nos servem de apoio no novo nível de consciência.
A nível pessoal, vemos este processo em acção quando perdemos um emprego que tinha deixado de nos entusiasmar, ou quando rompemos um relacionamento em que nos sentíamos seguros e confortáveis, mas que actualmente nos parece cada vez mais asfixiante. A nível colectivo, o processo traduz-se no ruir de sistemas económicos e sociais, na desintegração ou mudança radical das instituições. 
Quando tomamos consciência daquilo que nos é oferecido, tanto individual como colectivamente, o nosso antigo comportamento passa a ser visto de outra forma. O que até então se nos afigurava perfeitamente normal parece de repente muito limitado, insuficiente, ou mesmo um tanto absurdo. É como se tivessemos subido a um patamar de consciência donde pudéssemos olhar para trás e perceber como era limitada a nossa visão anterior. 

Talvez dê por si a continuar a seguir esse padrão por algum tempo, porque uma parte de si continua agarrada ao comportamento que lhe é familiar, embora lhe reconheça limitações e saiba que realmente já não lhe serve. Com o tempo, ver-se-á a adoptar uma atitude diferente e mais gratificante. 

O periodo realmente desconfortável é a fase intermédia quando nos tornamos mais conscientes do que podemos melhorar, mas não conseguimos avançar. É nessa altura que o transe hipnótico começa a falhar e descobrimos o nosso sofrimento. Por difícil que seja é uma fase necessária, importante e inevitável. Temos de ter paciência e compaixão connosco, sabendo que uma mudança autêntica leva tempo. 

Neste momento, tudo aquilo que há séculos temos escondido e negado está a vir à luz, exigindo o despertar duma nova consciência. Chegou a altura de admitir que continuamos agarrados a padrões de pensamento que já não nos servem. Começamos pessoal e colectivamente, a abrir-nos à revelação de que chegou a hora de criarmos uma vida e mundos diferentes.
Chegou a hora da mudança e da transformação.

Shakti Gawain

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segunda-feira, 9 de março de 2015

Pensamento da semana...

"Você tem como função criar o sentido da sua vida. Ao fazê-lo, está a criar-Se. É você quem decide quem realmente é, o que é - e quem será."

                                                                                                 Neale Donald Walsch

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quarta-feira, 4 de março de 2015

Culpa e Responsabilidade




Cada um de nós cria a sua experiência da realidade nesta vida, não só ao nível da personalidade, mas também ao nível da espiritualidade. Por outra palavras, a um nível inconsciente podemos "escolher" certas circunstâncias e experiências necessárias ao nosso crescimento e desenvolvimento. 
O processo nem sempre é fácil ou compreensível ao nível da personalidade, por exemplo o nosso inconsciente pode, em determinadas circunstâncias, escolher uma doença ou outro aparente contratempo como a forma mais eficaz ou mais rápida de nos fazer aprender, crescer e evoluir. 
Para utilizar de modo construtivo, o principio do espelho da consciência, temos primeiro que perceber a diferença entre responsabilidade e culpa. É frequente atribuirmos aos outros ou às cisrcunstâncias, a razão das nossas dificuldades, ou seja, atribuímos ao mundo exterior a culpa dos nossos problemas. 
Há também muitas pessoas que quando assimila a ideia que é responsável pela sua vida, começa a considerar-se culpada pelos problemas que existem na sua realidade. Por exemplo, quem tiver uma doença pode perguntar-se: "Que foi que fiz de mal para ter criado esta doença? Se fosse uma pessoa mais consciente não adoecia!" Se a crise for financeira, raciocina: "O Universo é riquissimo, portanto eu devia ser capaz de criar prosperidade na minha vida. Devo ter feito alguma coisa muito má, ou falhei em algum ponto, para viver na pobreza."
Estas auto-recriminações não têm nada a ver com assumir responsabilidade da sua própria vida. Pelo contrário são auto-acusações, culpabilizações que deturpam um principio positivo. Uma caracteristica da culpabilização que nos desencoraja de avançar. 

Culpabilizar é partir do principio negativo que alguma coisa má ou errada está a acontecer e portanto alguém é culpado. 
Ser responsável, pelo contrário, exige que se encare cada situação como uma experiência de aprendizagem potencialmente valiosa: trata-se de aprender a apreciar a realidade que criámos, considerando os problemas dessa realidade como exercicios que podem ajudar-nos a crescer e a evoluir. 

Não é culpa nossa a maneira como a vida se desenrola. A evolução processa-se de forma natural. Fizemos o melhor que sabíamos fazer na altura. Em cada momento, temos apenas um conhecimento limitado acerca das nossas vidas, e só podemos tomar opções e decisões com base nesse conhecimento. A culpabilização é uma atitude estática, imobiliza-nos, impede-nos de avançar, enquanto a responsabilidade é dinâmica, é a própria essência da evolução.
Escolher ser responsável é dizer: "Sim, sou um ser forte e criativo, que cada dia que passa, com cada experiência aprende a criar. Agora que vejo e aprecio o que criei, como posso aprender com a minha realidade, purificá-la e aperfeiçoá-la?"

Shakti Gawain

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