segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Pensamento da semana... O último de 2012, uma inspiração para 2013

"Quando emanamos uma determinada energia e vibração, atraímos o mesmo tipo de onda para o nosso caminho. Quando estamos abertos a apreciar a grande aventura que é a vida no seu todo, o todo que é a vida também se abre para nós" 

                                                                                 Brenda Shoshanna




FELIZ 2013!!!

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

O bom e o mau....






A mente julga, culpa e condena tudo o que atravessa o seu caminho.
Devemos usar a nossa mente de criança e estar cientes de que tudo é simultaneamente "bom e mau".
Uma pessoa que possa ter feito algo muito "mau" é também capaz de fazer um grande "bem". Quando vemos e aceitamos a pessoa no seu todo, o perdão e a renovação ficam apenas a um passo. Verdadeiramente, o que nós estamos a descrever é o processo de perdoar. Quando fazemos do perdão uma prática diária, a nossa vida torna-se saturada de bondade. De uma bondade que não é o oposto de "maldade", mas é a bondade de viver a vida como ela é. A nossa mente original sabe como levar-nos lá.

Ao não negligenciar seja o que for- nada nem ninguém- estamos, lentamente, a polir a textura da nossa vida.
Quando assumimos a responsabilidade pelas nossas reacções, em vez de nos focarmos nas falhas dos outros, o perdão e a compaixão surgem naturalmente. Nessa altura já não projectamos os nossos fracassos nos outros, nem os rejeitamos por aquilo que não conseguimos aceitar em nós mesmos.
Ao aceitarmos como um todo a escala da experiência humana, não estamos a fixar-nos num determinado aspecto de alguém, dando-lhe demasiada importância  e impedindo que ele se transforme em algo diferente.
Desta forma, criamos o espaço necessário para que nós e os outros nos possamos renovar a cada dia.
Quando a nossa lente de percepção está limpa, conseguimos ver o mundo com um novo olhar. Neste ponto, é quase impossível fixarmo-nos nas falhas e nos erros daqueles que conhecemos ao longo da nossa vida. 
Quando somos capazes de ver a pessoa que se encontra diante de nós na sua totalidade, não nos fixamos na escuridão e no medo, mas no todo e na frescura de tudo o que é. Em vez de nos mantermos agarrados a memórias de sofrimento, ficamos abertos a novas possibilidades que não cessam de acontecer. 

Brenda Soshanna


"O ganho e a perda, o certo e o errado- fora com eles de uma vez por todas"

                        Sosan Ganghi Zenji, On Believing in Mind


segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Pensamento da semana...

"A mente não é um instrumento de conhecimento, mas somente um organizador de conhecimento"
                                                                               
                                                                                Mirra Alfassa


domingo, 23 de dezembro de 2012

Feliz Natal


Desejo a todos os visitantes do blog um Feliz Natal!!!

Que esta energia de paz,amor,alegria e gratidão, permaneça todo o ano nas vossas vidas...


quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

As ervas daninhas da mente








As ervas daninhas da mente são os laços e os nós que crescem na nossa mente.
São os medos, negatividades e falsas imaginações que podem sair fora de controlo se não forem irradicados. Estes são os pensamentos que nos enleiam, que tornam tudo obscuramente nubloso, que sabotam o que estivermos a fazer. As ervas daninhas da mente irão estrangular o crescimento na nossa vida a menos que saibamos como arrancá-las rapidamente.

De forma como estamos a viver agora, o que acontece é que a nossa mente racional se apoderou de muitas funções que são melhor desempenhadas por outras partes do nosso ser. Ao tomarmos atenção somente à nossa mente racional, colocámos a nossa confiança apenas numa fracção daquilo que somos e do que está  verdadeiramente disponível para nós. Apesar de a mente racional ser útil em muitos aspectos, ela não consegue parar de criar todo o tipo de desordem.
Quando estamos envolvidos no processo de erradicar as ervas daninhas, não prestamos atenção à sua proveniência. Não as analisamos nem discursamos sobre elas. Reconhecemos simplesmente uma erva daninha como sendo uma erva daninha e extraímo-la.
Nós  agarramo-nos a memórias ou a emoções dolorosas, achando que se não nos libertarmos delas ou não as esquecermos teremos aprendido algo com elas, e a tal situação temível, que tanto receamos, não ocorrerá. No entanto, e estranhamente é o contrário que muitas vezes acontece. Quanto mais viva é a nossa recordação de uma coisa, quanto mais nos detemos nela, lutamos contra ela ou tentamos criar-lhe resistência, tanto mais a estamos a atrair para a nossa vida.
Aquilo a que damos atenção, expande-se. Aquilo a que damos atenção torna-se parte de nós.
Porquê prestar atenção ao que de negativo acontece na nossa vida? Porque não irradicá-lo pura e simplesmente? Como costumamos manter a memória daquilo que nos prejudicou em primeiro plano na nossa mente, estamos com isso a criar obstáculos que impedem a limpeza e a resolução naturais que a vida se encarrega de fazer por si própria.
Quando "deixamos ir" estas ervas daninhas, as memórias e os incindentes dolorosos, não estamos a deitar fora avisos ou qualquer forma de sabedoria. Estamos somente a permitir que a mente original solte uma situação qua causa sofrimento.
No nosso intimo mais profundo, nós sabemos como lidar com todas estas coisas. No nosso interior, a verdadeira sabedoria é capaz de pegar nesta memória tirar-lhe  a sua toxicidade e  reter somente aquilo que pode ser benéfico para nós.
Do mesmo modo que lavamos todos os dias as nossas mãos, rosto, dentes e cabelo, também devemos limpar e arrancar as nossa ervas daninhas da mente. A nossa mente original sabe então como utilizar o que nos aconteceu para fertilizar um crescimento novo e saudável.

Brenda Shoshama

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Pensamento da semana...

"A mente é inquieta por natureza; treina-a a olhar para dentro"
                                                             Ramana Maharshi

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Aprender a limpar a nossa vida....

 
 
 
 
 
Costuma dizer-se que a flor de lótus que é belissima, cresce no lodo. Tanto o lodo como a flor de lótus são necessárias.
O lodo, a sujidade e o lixo das nossas vidas (e das vidas dos outros) não são algo que deva ser rejeitado, que deva ser considerado mau ou censurável. Quando limpamos, aprendemos a enfiar as nossas mãos no lodo, sabendo que ele é necessário, para que a flor da nossa vida possa crescer. As dificuldades que enfrentámos, os nossos erros e tristezas, são apenas fertilizantes. Em vez de nos considerarmos, e aos nossos erros, estúpidos e pecadores, transformamos o nosso sofrimento num excelente adubo.
Não há ninguém que possa vir limpar o lixo que produzimos na nossa vida e nos nossos relacionamentos. Temos que estar dispostos a ir lá, sem detestar a sujidade, sem nos culpabilizarmos ou a outrem, e limpar, pura e simplesmente.
 
Quando limpamos o nosso ambiente exterior, são muitos os pensamentos que afloram à nossa mente. Não é necessário que combatamos cada memória que vai surgindo. Simplesmente esvaziamos, deixamo-la sair e permitimos que se vá embora. Antes que nos apercebamos disso, já ela se transformou em fertilizante para um novo crescimento.
Quando nos focamos constantemente no que precisa de ser feito- e o fazemos- sobra-nos menos tempo para nos determos nas diversas formas em que temos agido incorretamente. Em vez de nos concentrarmos no passado, concentramo-nos naquilo que a vida nos está a pedir no agora.
Esta prática de estar presente e a limpar e remover o que está a mais, cria espaço para o novo e permite que a flor das nossas vidas desabroche.
 
Brenda Shoshama

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Pensamento da semana...

"Não olhes para as faltas dos outros. Olha para os teus próprios feitos, para os que os realizaste e para os que não realizaste"

                                                                                                                             Buda

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Estar no AGORA, como chegar lá...





Estar em sincronia com a vida, exige que esteja presente, embora isso não aconteça com a maior parte das pessoas. Os nossos dias passam a voar sem saborearmos a passagem do tempo. Ao afinarmos a nossa concentração, a intuição conserva a energia e restaura a consciência do Agora.
Quando a sua energia não é dissipada por pensar demasiado no passado ou no futuro, por muitos ataques por bombistas suicidas que testemunhe ou simples" problemas pessoais que enfrente, pode ver cada situação com uma perspectiva centrada.
O estar no Agora é um alvo energético que a intuição atinge aumentando a ligação com o seu corpo e com o ambiente.
No Agora, estamos ligados com o Presente eterno, fisica e emocionalmemte vivos. Fora do Agora, sentimo-nos secos, dormentes, distraídos, presos na mente.

Sugestões para viver mais no Agora: 


Observar os Mestres do Momento: Para compreender visceralmente o poder do presente, observe aqueles que estão no Agora. Isto sintoniza-o intuitivamente para vibrações com as quais pode estar em sintonia. Os bebés e as crianças pequenas estão naturalmente no Agora. É raro e precioso ver seres para os quais o passado e o futuro ainda não existem. Os bebés, em especial, estão totalmente concentrados quando dirigem a atenção para si. Concentrar-se no olhar deles alinhará a sua energia. Se não tiver um bebé com o qual possa conviver, observe as crianças a brincar no parque. Deixe que elas lhe ensinem a presença e o deslumbramento.
Para desenvolver intuitivamente esta presença observe-se a si mesmo e aos outros nestas situações.

Siga a sua respiração: Não há nada como seguir a sua respiração para voltar ao presente durante um dia muito agitado. Muitos de nós andamos pela vida fora a suster inconscientemente a respiração, o que comprime a energia. O milagre da respiração envolve inalar o oxigénio e expelir o dióxido de carbono, bem como assimilar a energia da sua força vital. Para que não perca nenhum momento deste milagre, recomendo a respiração consciente. Esta irá centrá-lo no corpo e acalmar os seus pensamentos.
Tire  alguns momentos para relaxar de olhos fechados, concentrando-se em cada inspiração e cada expiração: a suavidade do ar a entrar nas narinas, nos seus pulmões; o seu peito e encher-se e depois a esvaziar-se. Simplesmente siga a sua respiração; não a controle. Se os pensamentos se intrometerem, e isso irá acontecer, visualize intuitivamente cada um deles como uma nuvem a passar no céu. Tente não se prender a estes pensamentos. Deixe-os passar apenas. Depois, de cada vez que acontecer, volte a concentrar-se na sua respiração, no seu corpo e no Agora. 

Judith Orloff


segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Pensamento da semana...

"O trabalho pode tornar-se um esconderijo, para você não se relacionar com o mundo exterior"

                                                                                       Jonathon Lazear

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

TOMAR CONSCIÊNCIA...



É um processo em que nos confrontamos com o nosso conjunto de limitações e medos existenciais. 
A tomada de consciência permite ir além dos nossos próprios constrangimentos e apreensões, libertando-nos dos antigos condicionamentos. Abrindo a porta a todos os campos do possível, é permitido aceder a uma dimensão mais vasta do sentido da existência. Por analogia, pode comparar-se uma tomada de consciência a um sésamo emitindo a fórmula que vai desvelar a entrada da passagem secreta e permitir descobrir o tesouro mais rico que existe. Este tesouro tem como denominação consciência.
Uma tomada de consciência é um avanço da consciência, que penetra num espaço de percepção, de entendimento, de clareza e de expansão que leva a desenvolver uma maior sabedoria.
Para que ocorra uma tomada de consciência, na nossa vida é necessário que nos desapeguemos dos esquemas e questionemos profundamente.
A tomada de consciência é o primeiro acto de um processo de transformação. O segundo consiste em amar e confiar em nós mesmos para logo a seguir termos a audácia de desafiar os obstáculos dos nossos limites e dos nossos medos.
Para o conseguir, é necessário usar e utilizar a qualidade da vontade, sem a qual nenhuma transformação é realizável. Aquele que educa e desenvolve a sua vontade, adquire faculdades tais como a coragem, o dinamismo, a perseverança, a prontidão, o espírito de decisão e iniciativa, a concentração, a disciplina e a mestria.
Nenhuma pessoa desprovida de vontade é capaz de empreender um processo de transformação. 


Alain Brêthes

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Pensamento da semana...

"Nunca alcançarás uma meta maior do que aquela  a que te propuseste"

                                                              Ellen G. White

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Sê a mudança que queres ver no mundo...






A criação de poder autêntico tem vindo a substituir a busca de poder exterior.
Alinhar a personalidade com a Alma - a harmonia, a cooperação e a reverência pela vida - tem vindo a transformar-se na nova estrela polar pela qual navegamos ao longo das nossas vidas.

Ao viajar na direcção que a sua alma quer tomar, está a preenchê-la com sentido. Quando viaja na direcção oposta, a sua vida esvazia-se de sentido. 
A sua alma quer harmonia, cooperação e reverência pela vida. Conceder os dons que nasceu para dar (viajar na direcção que a sua alma quer seguir), traz-lhe mais dons para dar. A criatividade do Universo é inesgotável, e por conseguinte, a sua também o é. 

Curar as partes sombrias da sua personalidade e cultivar partes amorosas da sua personalidade transforma a consciência colectiva com o poder da sua consciência. O que existe em nós existe no Todo, e por isso, cada um de nós, em última análise, é responsável pelo Todo. As mudanças que cria em si são as mudanças que cria no mundo. 
Quando se questiona: "Que diferença poderei fazer? Porque hei-de ser bondoso quando os outros são cruéis? Como podem as minhas escolhas mudar o mundo?", está a retirar poder a si próprio.
As suas opções, uma após a outra, de criar poder autêntico, em vez de buscar poder exterior, afectam o Todo, tal como a saúde de uma parte do corpo afecta todas as suas partes. 

Gary Zukav

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Pensamento da semana...

"Estabelece a tua morada no AGORA e faz breves visitas ao passado e ao futuro, quando requeridas para manejar os assuntos práticos da vida"

                                                                                                    Eckhart Tolle

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

A Lei do Menor Esforço



A inteligência da natureza funciona com o menor esforço... com despreocupação, harmonia e amor. E quando aproveitamos as forças da harmonia, alegria e amor, nós criamos sucesso e boa fortuna com facilidade e sem esforço. 

Podemos colocar a Lei do Menor Esforço em vigor, seguindo os passos seguintes: 

1- Praticar a Aceitação: Hoje aceito as pessoas, situações, circunstâncias e eventos tal como ocorrerem. Eu saberei que este momento é como deve ser, porque todo o Universo é como deve ser. Eu não vou lutar contra todo o Universo, lutando contra este momento. A minha aceitação é total e completa. Eu aceito as coisas como são neste momento, não como eu gostaria que fosse.

2- Aceitando as coisas como são, eu tenho a Responsabilidade pela minha situação e por todas as situações que eu vejo como problemas. Eu sei que assumindo a responsabilidade significa não culpar os outros ou as circunstâncias pela minha situação (incluindo Eu próprio). Eu também sei que todo o problema é uma oportunidade disfarçada, e este estado de alerta de oportunidades permitem-me vivenciar este momento e transformá-lo num grande beneficio. 

3- Hoje a minha consciência permanecerá Indefesa. Abandonarei a necessidade de defender o meu ponto de vista. Não sinto necessidade de convencer ou persuadir os outros a aceitar o meu ponto de vista. Eu estou aberto a todos os pontos de vista e não ficarei rigidamente ligado a nenhum deles. 

Deepak Chopra 




domingo, 11 de novembro de 2012

Pensamento da semana...

"A natureza tem horror ao vácuo. Quando começamos a remover das nossas vidas o que não queremos, abrimos automaticamente caminho para  aquilo que desejamos"

                                                                                   Catherine Ponder

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

DESAPEGO E O AMOR INCONDICIONAL...





Aquele que consegue desapegar-se dos condicionalismos habituais não sente mais o desejo de possuir bens exteriores a ele mesmo. Sente-se livre de manifestar e expressar os valores não monetários susceptíveis de expandir consciência.
O apego é a via do ego o desapego a via da alma.  Desapegar-se não é tarefa fácil. Para o conseguir é preciso um treino a todos os instantes da nossa vida.
Seja qual for a qualidade que nos compete desenvolver para crescer em amor e sabedoria, encontramo-nos confrontados com a necessidade de nos mantermos num estado de observação constante. Uma atitude de vida centrada numa introspecção permanente de si mesmo.

Embora possa parecer paradoxal, o autêntico sentimento de amor é a chave do desapego. Geralmente percebido como uma fonte de apego, o amor é de facto o catalisador da emancipação. Sem a presença desta verdadeira fonte de energia de luz, nenhuma verdadeira libertação pode acontecer. Este amor não se parece em nada com o amor sentimental tão abordado na cultura ocidental.
Só um amor incondicional é que é capaz de levar o Ser a um nível elevado de se superar a ele mesmo. Esta qualidade de amor favorece um crescimento de todas a percepções e traz ao que a fez crescer nele, uma extrema sensibilidade que lhe permite entrar num mundo de ressonâncias subtis que percebia antes de maneira puramente sensitiva ou intelectual. O amor incondicional abre-nos à compreensão dos nossos semelhantes. Não nos sentimos mais separados deles, porque o nosso campo energético une-se ao deles. Já assim era anteriormente, mas não tínhamos consciência disso. 


Alain Brêthes

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Pensamento da semana...

"Só me interessam os passos que tive de dar na vida para chegar a mim mesmo "

                                                           Herman Hesse

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

PROSPERIDADE- A RELAÇÃO COM O DINHEIRO

O Poder dentro de nós está preparado para nos conceder instantaneamente os nossos sonhos mais acarinhados e a abundância.
Quando usamos a palavra Prosperidade, as pessoas normalmente pensam logo em dinheiro. Contudo, há outros conceitos incluídos no significado de prosperidade, como por exemplo: tempo, amor, sucesso, conforto, beleza, conhecimento, relações, saúde e claro prosperidade.

Faça uma lista dos conceitos dos seus pais sobre o dinheiro. Pergunte a si próprio se ainda opta por acreditar no que eles diziam.

É um facto da vida, numas ocasiões temos mais dinheiro que noutras. Se tivermos confiança que o Poder interior velará por nós, aconteça o que acontecer, então conseguiremos fluir através dos tempos mais magros, sabendo que melhores dias virão.
O dinheiro não é resposta, apesar de muita gente pensar que se tivermos muito dinheiro tudo vai estar bem; acabam-se os problemas e as dores de cabeça. O dinheiro não é de todo a resposta. Há pessoas que têm mais dinheiro do que alguma vez precisarão e mesmo assim não são felizes.

Aprenda a receber com gratidão. Aprenda a receber porque o Universo apercebe-se da nossa abertura para receber. Muitos dos nossos problemas partem precisamente da nossa incapacidade para receber. Sabemos dar, mas é tão dificil receber.
Queremos estar gratos por aquilo que temos, para podermos atrair o bem sobre nós.
Se nos concentramos na carência, será apenas isso que iremos chamar.
O melhor que podemos fazer por uma pessoa com problemas de dinheiro é ensiná-la a criá-lo na  consciência, porque aí é o único sitio onde a nossa ajuda é duradoura. A sua consciência é a sua melhor conta bancária que alguma vez poderá ter. Sempre que lá depositar pensamentos positivos, colherá dividendos elevadissimos.


A abundância deste mundo está aí toda à espera que nós a desfrutemos. Se souber que há mais dinheiro do que aquele que alguma vez poderia gastar, ou que há mais pessoas do que as que alguma vez poderia encontrar, e que há mais alegria do que alguma vez poderia imaginar, poderá então desfrutar de tudo o que necessita e deseja.
Se pedir o seu bem supremo, confie que o Poder dentro de si o provirá. Seja honesto para consigo e para com os outros. Não aldrabe nem um bocadinho. Isso voltar-se-á contra si.
A Inteligência Infinita que permeia tudo responder-lhe-á SIM! Quando se passa algo na sua vida, não rejeite, aceite. Abra-se para receber o bem. Diga SIM ao mundo!!!
As oportunidades e as prosperidade multiplicar-se-ão cem vezes...

Louise L Hay

Sessões de acompanhamento individual do Metodo Louise Hay aqui

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Pensamento da semana...

"Quando se é confiante de dentro para fora, a confiança acalenta-nos de volta de fora para dentro"


                                                                        Bryan Robinson

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

QUEM PENSAMOS QUE SOMOS




A nossa percepção de quem somos determina aquilo que entendemos que constituem as nossa necessidades e o que consideramos importante na nossa vida.
E aquilo que consideramos importante terá o poder de nos perturbar e desorientar. Podemos utilizar isto como critério para avaliar o quanto nos conhecemos.
Aquilo que é importante para nós não é necessariamente o que dizemos ou aquilo em que acreditamos, mas o que as nossas acções e reacções demonstram ser importante e sério para nós. Por isso talvez seja útil perguntar a si próprio: Que coisas me perturbam e desorientam?
Se as coisas pequenas têm a capacidade de o perturbar, então a pessoa que você pensa que é, é exactamente isso: pequena. Esta será a sua crença inconsciente.
O que são coisas pequenas? Em última análise, todas as coisas são pequenas, pois são todas efémeras.
Poderá afirmar: "Eu sei que sou um espirito imortal", ou "Estou cansado deste mundo louco e a paz é tudo o que desejo", até que o telefone toca. Más noticias: as acções da bolsa caíram; o negócio ficou em águas de bacalhau; o carro foi roubado; a sua sogra chegou; a viagem foi cancelada; dizem que a culpa é sua.
De repente, desencadeia-se uma onda de ira, de ansiedade. A sua voz torna-se ríspida: "Não aguento mais isto". Você faz acusações, atira culpas para cima dos outros, ataca, defende justifica-se e tudo acontece de um modo automático.
É obvio que existe algo muito mais importante para si agora do que a paz interior que disse há pouco que era tudo o que ambicionava, e você também já não é um espirito imortal. O negócio, o dinheiro, a perda ou ameaça de perda são mais importantes. Para quem? Para o espirito imortal que você disse que é? Não, para mim. Para o eu pequeno que procura a segurança ou a satisfação nas coisas efémeras e que fica ansioso porque não as consegue obter. Bem, pelo menos agora você sabe quem realmente pensa que é.
Se a paz for realmente o que almeja, então escolherá a paz. Se a paz fosse mais importante para si do que tudo o resto e se você soubesse verdadeiramente que é um espirito e não um pequeno eu, permaneceria não reactivo e totalmente alerta quando fosse confrontado com pessoas ou situações de desafio. Aceitaria a situação, tornando-se Uno com ela, em vez de separar dela.
Quem você é (Consciência) , e não que você pensa que é (pequeno eu), dar-lhe-ia a resposta.
O modo como reagimos às pessoas e situações é o melhor indicador do quanto nos conhecemos a nós mesmos.
Aquilo que percepcionamos como "falhas" nos outros, tornam-se para nós a sua identidade. Isto significa que só vemos neles o ego e, por conseguinte, fortalecemos o nosso próprio ego.
Quando nos apercebemos de que aquilo que reagimos nos outros também se encontra dentro de nós, começamos a ter consciência do nosso próprio ego. Nós não somos o ego, por isso, quando nos tornamos conscientes do ego em nós, isto não significa que não sabemos quem somos, significa, que sabemos o que não somos.

Eckhart Tolle

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Pensamento da semana...

"Todo o pesquisador profundo da natureza deve conceber uma espécie de sentimento religioso, pois não pode admitir que seja ele o primeiro a perceber os extraordinariamente belos conjuntos de seres que contempla. No Universo, incompreensível como é, manifesta-se uma inteligência superior e ilimitada"

                                                                                                           Albert Einstein

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

EU DESABAFO OU QUEIXO-ME?


"Se tem remédio, porque te queixas?
Se não tem, porque te queixas?

                         Henry Ford





Há uma grande diferença entre desabafar e queixar. 
Enquanto que quem desabafa esvazia a tensão pondo em palavras uma situação dolorosa, quem se queixa, pelo contrário, nega o próprio poder e resiste a aceitar e assumir a realidade que lhe toca. 
O desabafo estabelece-se desde a partilha e aceitação, a queixa, desenvolve-se sem uma visão de conjunto. A queixa esquece a transitoriedade de todos os estados mentais e a fluidez, constante das ideias. 

Todo o problema tem uma solução, assim com um veneno tem antídoto. Se a solução possível não é imediata ou se não se deixa ver porque está bloqueada, convém aceitar a situação com urgência, de forma que a pressão emocional não se arraste a todo o sistema e o único escape que se possa vislumbrar seja uma queixa estéril. 
A queixa é regressiva porque paraliza a acção e bloqueia o futuro. Assinala que algo na mente não aceita a frustração produzida pelas expectativas que foram colocadas. 

De que serve queixar??

Ninguém beneficia do "canto mediocre" de alguém que se nega a si mesmo. Todos sabemos que se o problema tem remédio, o que devemos fazer é actuar, e se não tem, recordemos que o queixume não resolve nem melhora, em todo o caso ofusca e obscurece, bloqueando as brisas da alma.
Por acaso, o feito de se recrear no vitimismo alivia a frustração que produz o que não saiu como se esperava? Ser vitima do destino, por acaso não é uma opção interna?

Uma coisa é rezar ao Universo para que cresça a força e com ela superar a própria carga, e outra muito diferente é passar facturas das nossas frustrações...
Aceitar a frustração é uma competência emocional que se alcança através do cultivo do nosso jardim interior e alcançar a maturidade plena
Talvez uma pessoa num dia obscuro, se pergunte: " Eu escolhi de alguma forma este destino??". E talvez não haja resposta. A leis da mente afirmam que tudo o que cada um conseguiu nas ordens da existência é o que um dia pensou que chegaria a ser merecido. 
O que hoje rodeia a nossa vida é o resultado dos nossos sonhos e crenças passadas acerca do que um dia seremos capazes de alcançar. Convém pensar, que para mudar a vida e viver em paz próspera, merece a pena esquecer a sorte e as lotarias. 
O melhor será mudar os nossos pensamentos e sintonizar com o EU profundo.
Na realidade, uma vez mais conscientes, é possível reinventar a nossa existência. 

José Maria Doria

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Pensamento da semana..

"Não esperes que a luz do destino ilumine a tua vida, ilumina-a tu"


Alejandro Jodorowsky

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Pensamento da semana...

"O Ser não se identifica com o fracasso ou com o êxito. 
Aprenda de ambos e vá mais além"
                                                   
                                              Nisagadartta

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

NADA FALTA E NADA SOBRA...



"Não podes fazer nada directamente com a obscuridade, se queres fazer algo, terás que trazê-la à luz. Introduz à luz e a obscuridade se irá. Apaga a luz e a obscuridade vem. 
Como deixar entrar a luz?
Permanece silencioso, sem pensamentos, consciente, alerta, atento, desperto."
                                             
                                                                                                         Osho




Sem o lado obscuro, o lado luminoso não existiria... Sem o lado obscuro não haveria mundo...
Assim, há que aceitar que este mundo é como é, uma dança cósmica de polaridades; desde o interior dos átomos até à vida das pessoas pode-se testemunhar esta dinâmica mudança entre luzes e sombras que nunca pára de expressar novas realidades. 

Se precisamos de um sentido ou um significado relativo para este lado obscuro da existência reflectida em nós, como indivíduos e como humanidade, poderíamos dizer que o propósito desta obscuridade é estimular a emergência do lado luminoso. O sentido da obscuridade é provocar o aparecimento da luz dentro de nós. 

Tudo na vida está compensado de uma forma ou de outra. Toda uma experiência de contracção ou dolorosa esconde uma oportunidade de expansão e crescimento. A luz abre-se a um passo através da crise, dos obstáculos, por isso temos que recordar que todo o sofrimento é uma "chamada de atenção" que este universo nos apresenta para provocar gradualmente o nosso despertar. 
Por muito obscuras que se apresentem as circunstâncias que nos tocam viver, temos que recordar que estas circunstâncias estão sempre inscritas dentro de um plano maior de expansão e aprendizagem; tudo o que nos sucede, embora no principio nos pareça desagradável e incómodo, é sempre uma passagem até à nossa verdade e nosso despertar... Tudo o que sucede em cada nível, e para cada nível, é perfeito, inteligência pura. 

Dizem os sábios que este mundo é o mais perfeito que pode ser, é o mais perfeito possível... A nossa vida é a mais perfeita possível... Cada colapso quântico é o mais perfeito possível... Tudo o que sucede é perfeito e não pode suceder de outra forma... 
Toma uns minutos e deixa que esta compreensão se fixe no teu coração...Dás conta das repercussões que esta compreensão pode ter no teu interior? 

O teu ser verdadeiro criou o ambiente mais propicio para aprender, a tua vida, agora mesmo, é perfeita. Estás onde tens que estar, com a capacidade para elaborar o que tens que fazer. A vida dará a cada momento o que necessitas, tudo o que chegar será adequado... Relaxa, todas as vontades surgem da Vontade do Ser..

Existem muitas pessoas, que devido precisamente à intensidade do sofrimento, lhes é difícil abrir-se a isto... "Como pode haver tanta dor no mundo? Como esta Inteligência criou uma vida tão desgraçada?" A mente não o pode compreender, e não basta ler nos livros... Há que vivê-lo...

Quando uma densa obscuridade chegar à tua vida, serena-te, respira e acolhe no teu coração essa obscuridade que chega... Então recorda: o propósito da obscuridade é estimular a emergência do lado luminoso. 
Continua a respirar, a observar, vive o que esta compreensão promove no teu interior, observa serenamente o que sucede com essa obscuridade que chegou... Darás conta que esta serenidade e esta observação, em si mesmas são luminosas.
Se mesmo assim, em algum momento te sentes perdido, se esta compreensão não brilha no teu interior, resta a Confiança...
Confiar significa render a nossa falta de compreensão à Sabedoria que guia secretamente todas as coisas.

Nada falta, nada sobra... Esta existência é perfeita e completa em si mesma... Permite a vida e flue com ela... Permite a transformação...

Antonio Consuegra Sebastián






segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Pensamento da semana...

"Um fracassado é aquele que cometeu um erro e todavia não o converteu numa experiência de crescimento"

                                                                     Daniel Goleman

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

VIVER COM AUTENTICIDADE




As mentiras mais devastadoras para a nossa auto-estima não são tanto as que contamos, mas as que vivemos. 
Vivemos uma mentira quando distorcermos a realidade da nossa experiência ou a verdade do nosso ser. 

Estou a viver uma mentira quando finjo um amor que não sinto, quando finjo uma indiferença que não sinto, quando me mostro mais do que sou, quando me mostro menos do que sou, quando digo que estou zangado, mas na verdade estou com medo, quando finjo um conhecimento que não possuo, quando rio mas quero chorar, quando finjo ter crenças sobre as quais não tenho convicção, só para ser aceite, quando finjo modéstia, quando finjo arrogância...

Quando tentamos viver de forma inautêntica, somos sempre a primeira vitima, pois a fraude, em ultima instância dirige-se a nós próprios. 

A maioria de nós, quase desde o nascimento, foi encorajada a ficar confusa em relação ao que é viver com autenticidade. 
Aprendemos desde muito cedo a negar o que sentimos, a usar uma máscara e, a perder a ligação com muitos aspectos do nosso Eu Interior. Tornamo-nos inconscientes de grande parte do nosso Eu Interior, em nome do ajustamento ao mundo que nos rodeia. 
Os mais velhos encorajaram-nos a rejeitar o medo, a raiva e a dor, porque esses sentimentos não os deixam à vontade, também não sabem como geri-los. Muitos de nós também fomos encorajados a esconder (e eventualmente anular) as emoções. A emoção perturba a rotina.

Pais emocionalmente distantes e inibidos tendem a criar filhos emocionalmente distantes e inibidos, não só através da comunicação, como também através do próprio comportamento, que mostra à criança o que é adequado, apropriado e socialmente aceitável.

Os relacionamentos de pessoas com elevada auto-estima, caracterizam-se por uma dose de benevolência, respeito e dignidade mutuamente respeitada superior à média. Homens e mulheres voltados ao crescimento  tendem a apoiar as aspirações de crescimento dos outros. As pessoas que sentem prazer com as suas próprias emoções sentem prazer com as emoções dos outros. As pessoas que falam sinceramente apreciam a sinceridade daqueles com quem falam.

Quando somos autênticos, não honramos só a nós mesmos, oferecemos também um presente às pessoas com quem nos relacionamos.


Nathaniel Branden



segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Pensamento da semana...

"Em mentes diferentes, o mesmo mundo é um inferno ou um paraiso"
      Ralph Waldo Emerson

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

UMA MENTE SILENCIOSA...




Uma mente positiva é preferível a uma mente negativa, mas ambas podem ser conflituosas e, por vezes, podemos alternar entre uma e outra muito rapidamente. 
O que é uma mente negativa? É uma interpretação.
O que é uma mente positiva? É igualmente uma interpretação.
Mais importante que uma mente positiva é uma mente silenciosa.
Temos que aprender a ir além de uma mente positiva ou negativa para alcançarmos uma mente silenciosa, que se abstenha de julgamentos, análises ou interpretações. Por outras palavras, a nossa mente deve converter-se numa testemunha silenciosa. Neste estado experienciamos o silêncio interior. Na pureza do silêncio, sentimo-nos ligados à nossa origem e a tudo o resto.
No silêncio, apenas fluímos com a corrente e sentimo-nos espontaneamente sem julgamentos, sem análises e sem interpretações acerca das situações, das circunstâncias, das outras pessoas e de nós mesmos. Em silêncio, as energias interiores despertam espontaneamente e produzem a transformação adequada a cada situação.
Há um ditado que diz: O rio da vida corre entre ambas as margens de prazer e da dor, e vamos contra ambas. Isso não é problema. O problema surge quando nos agarramos às margens, tanto à positiva como à negativa. Quando nos reconciliamos silenciosamente com todas as contradições que a vida nos oferece, quando podemos fluir confortavelmente entre as margens do prazer e da dor, experienciando ambas sem ficarmos presos a nenhuma, então teremos alcançado a liberdade.

Deepak Chopra





segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Pensamento da Semana...


"Pensamento é causa
 Experiência é efeito
Se não gosta dos efeitos que existem na sua vida, tem de mudar a natureza do seu pensamento"


                                                                                      Marianne Wiliiamson

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

AQUILO QUE PENSA...TRANSFORMA-SE NA SUA EXPERIÊNCIA




Os pensamentos que o habitarem, determinam os resultados que vai ter acertando sempre no alvo. Pode escolher projectar na sua vida e no mundo, as ilusões do ego ou a realidade do espírito. Como a maioria dos pensamentos são subconscientes, os seus resultados serão um reflexo da sua mente subconsciente. 
Se recusar este nível de responsabilidade na sua vida, se escolher "andar ao sabor da maré", estará simplesmente a convidar a sua mente subconsciente a tomar conta da sua vida, manifestando automaticamente as suas crenças passadas. 
Se não reclamar o seu poder intrínseco de acreditar na vida, no amor e numa existência de qualidade, dará por si sem esperança e sem poder na sua vida tornando-se uma vitima profissional, frágil perante os mitos colectivos de decadência, depressão e destruição. Se não for o "dono" do seu poder criativo, estará a convidar aqueles que têm consciência do seu (por ex. publicidade, televisão e jornais), a controlar a sua mente.

O que acreditar no seu intimo é o que irá vivenciar. Se não acreditar no poder da sua mente ela perderá o seu poder de criação, ficando impotente e tornando-se um limbo para fantasias e sonhos por realizar.
Você é cem por cento responsável por todos os aspectos da sua vida. Os seus pensamentos acerca de dinheiro produzirão os seus resultados financeiros; os seus pensamentos acerca de sexo produzirão a sua vida sexual; os seus pensamentos acerca de relacionamentos irão produzir os seus relacionamentos. Se andar pela vida a pensar "ninguém me ama", irá atrair experiências que irão confirmar a sua crença. Na realidade, uma experiência é apenas o resultado material de um pensamento. E se por acaso atrair alguém que realmente o ama, irá evitá-lo, rejeitá-lo ou não acreditar nos seus sentimentos.
Se acreditar que a vida é difícil terá razão, irá colher todas as evidências que o provem. Se acreditar que a vida é fácil, irá igualmente colher evidências que o provem. Isto prova como sistemas de crenças totalmente contraditórios podem ser igualmente documentados.
Os seus pensamentos são mais que meras conclusões que tira da vida, eles são a principal causa das experiências da vida. Quanto mais o pensamento estiver enraizado no seu subconsciente (que é um reflexo de quantas vezes repetiu esse pensamento), mais real lhe parecerá.
Se toda a sua vida foi uma "vitima profissional" e de repente se aperceber que foi o criador dessa situação, terá a tentação de deixar de culpar os outros para se culpar a si próprio.
Não é este o objectivo. Dizer que cada um é responsável pela sua vida (não os seus pais, o seu país ou situação económica), é apenas enunciar uma lei da natureza tão válida como a lei da gravidade. Pegar nesta informação e com ela fazer juízos morais é usar a sua mente para se auto punir pelo seu poder pessoal. É um facto que cada um é responsável pela sua vida, mas responsabilidade não significa culpa. Não se julgue, simplesmente aprenda a lição. Permita-se aprender com o que a vida lhe devolve.
Torne-se um detective esclarecido, descobrindo que pensamentos estão a produzir resultados indesejáveis na sua vida e então mude esses pensamentos.
Implante no seu subconsciente os pensamentos do seu eu espiritual e solte os pensamentos de seu eu egóico. Este processo é uma ferramenta poderosa para mudar a sua experiência de vida. 

Numa associação livre de ideias, encha as páginas necessárias escrevendo todos os pensamentos negativos que tiver acerca de:
                               1- Amor
                               2- A vida
                               3- O seu corpo
                               4- Os seus relacionamentos
                               5- O dinheiro
quando sentir que realmente "despejou tudo" o que tinha na mente, amachuque todas as folhas e deite tudo fora. Sinta que estes pensamentos negativos são lixo e que devem ser deitados fora.
Este exercício pode não libertar todos os pensamentos negativos, mas fá-lo sentir que é possível soltá-los e que está a começar a tomar conta do rumo da sua vida.

Bob Mandel


segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Pensamento da Semana...


"Aquele que dentro de nós quer saber e evoluir não é a mente, mas algo que está por detrás dela e que dela  se serve"


                                                                                                   Provérbio Zen

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

A SOMBRA





A Sombra é a parte de nós de que sentimos vergonha, que não queremos que as pessoas conheçam. É aquela parte de nós que escondemos no armário. A sombra é escura, é secreta, é primitiva, está coberta de mitologia. E se ignorarmos a sombra, esta tende a dizer: Bem, vou envergonhar-te. Quero que repares em mim. 
Quando exibe qualidades positivas e negativas, não possui defeitos: é completo. Quando está confortável com a sua sombra, quando a aceita, porque foi assim que o Universo o fez, então torna-se atraente e a sua vida é uma aventura. É natural quando está confortável com a sua ambiguidade e nada é mais bonito do que ser natural. Não procura constantemente a aprovação ao perder-se na cadeia de pensamentos: O que será que os outros pensam de mim? Sou superior ou inferior? Será que as pessoas gostam de mim? Não procure um ideal que não existe. 
A auto-aceitação, a auto-aceitação completa, significa o autoperdão. Quando se perdoar e deixar de se julgar, não julgará também os outros. 
Todas as relações são um espelho do Eu. As pessoas por quem se sente profundamente atraído, ou por quem sente repulsa, são todas espelho de si. É atraído pelas pessoas que possuem traços que já possui, mas que deseja mais, e sente aversão por aquelas em que encontra traços que nega em si mesmo. 

Identifique as qualidades que o atraem nos outros e as qualidades que o afastam. Anote-as num papel. Essas qualidades fazem todas parte de si, de quem você é. 

Se aceitar-se tal como é e se amar-se tal como é, tornar-se-á uma pessoa muito atraente, porque é natural. Porque motivo não se tornaria irresistível? 
Aceite a sua sombra, compreenda  a sua sombra, perdoe a sua sombra. Aceite o facto de que é os muitos rostos do divino. É o seu destino representar um número infinito de papéis, mas você não é os papéis que representa.
Você é a testemunha silenciosa  que desempenha estes papéis.


Deepak Chopra

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Pensamento da Semana...



"Existe no seu intimo um poder e uma inteligência poderosíssimos que reagem constantemente aos seus pensamento e às suas palavras. À medida que for aprendendo a controlar a sua mente, pela escolha consciente dos seus pensamentos, vai-se alinhando com esse poder"

                                                                                                         Louise L. Hay

domingo, 2 de setembro de 2012

RELAÇÕES CONSCIENTES





"Se me queres já sabes como deves comportar-te... Se me quisesses não me tinhas feito isto... Fizeste-me tanto mal... Fazes-me tão feliz quando fazes assim as coisas... Espero tanto de ti..." 
Por acaso alguém pretende responsabilizar o outro dos seus próprios sentimentos? Ninguém é responsável pelos sentimentos de outra pessoa. Cada um é responsável, dos seus próprios sentimentos. E se alguém experiencia frustração ou desengano na relação com o outro é porque lhe entregou um tal poder, que a relação mais se parece com dependência e imaturidade emocional do que um espaço de qualidade e convivência sã. 
Se para alcançarmos a felicidade, necessitamos viver com alguém em que o "acorrentamos" a uma determinada conduta, estamos a transferir o controlo da nossa própria paz em mãos alheias. Cada um tem o direito e dever de gerir a sua própria felicidade. 
Nos "assuntos do coração" não é recomendável pedir migalhas... Não peças um beijo ou que te queira. Dá tu esse beijo e oferece calorosamente um abraço com alma. Convém reorientar a nossa necessidade de colmatar as carências, começando por oferecer tudo aquilo que desejas para ti. 
Quando uma pessoa, nos seus primeiros anos de vida, foi "querida" e protegida debaixo de um "padrão de manipulação" e dependência, o mais provável é que projecte a mesma película que viveu anteriormente. A manipulação geralmente, funciona de forma inconsciente e por vezes é difícil dar-se conta deste padrão. 
Superá-lo e relacionar-se desde a liberdade e da independência, requer a observação da origem da própria manipulação e da forma de querer as coisas. Observa o que há por trás das próprias palavras e o que pretendes realmente quando falas. Pergunta-te porque a relação de amor se converteu num estado de controlo e possível "perda".
Amar em plenitude é reconhecer e respeitar, o que se passa no mais profundo da tua mente e da alheia. Atenção às "expectativas" em relação ao ser amado.Evitemos rodeá-lo de "moldes ideais", porque mais cedo ou mais tarde sentiremos que "algo nos defrauda"

José Maria Doria


Há um segredo para viver feliz com a pessoa amada: não pretender modificá-la
                                                                                       Simone de Beauvoir




terça-feira, 28 de agosto de 2012

EU ACEITO-ME TAL COMO SOU...

A auto-aceitação exige que enfoquemos a nossa experiência com uma atitude que torne irrelevantes os conceitos de aprovação ou desaprovação. 
Não implica  porém uma ausência da vontade de mudar, melhorar ou evoluir. É uma pré-condição de mudança. Se aceitarmos realmente o que sentimos e o que somos, em qualquer momento da nossa vida, podemos permitir-nos ser plenamente conscientes da natureza das nossas escolhas e o nosso desenvolvimento não será bloqueado. 

Coloque-se diante de um espelho de corpo inteiro e olhe para si. Observe as sensações que sente nesse momento.
Provavelmente, gostará mais de algumas partes do que de outras. Poderá sentir algum embaraço em olhar algumas partes, porque podem deixá-lo incomodado ou desagradado. Talvez observe no seu rosto alguma dor que tem resistência em enfrentar. Ou poderá haver algum aspecto do seu corpo que lhe desagrada tanto que mal suporta olhar. Poderá ver sinais da idade, e não suporta os pensamentos e emoções que esses sinais evocam. Assim, o primeiro impulso é escapar, rejeitar, negar, repudiar aspectos do seu ser. 

Continue a olhar para a sua imagem no espelho e experimente dizer a si mesmo: "Seja quais forem os meus defeitos e as minhas imperfeições, eu escolho aceitar-me tal como sou". Continue a olhar-se, respire profundamente e repita novamente por mais um ou dois minutos, sem apressar o processo. 

Permita-se vivenciar plenamente o significado das palavras. Poderá pensar "Mas eu não gosto de certas coisas no meu corpo, como posso aceitar-me tal como sou?". 
Mas lembre-se que "aceitar" não significa "gostar"; "aceitar" não significa que não podemos imaginar ou desejar mudanças e melhorias.
Aceitar é vivenciar sem negar, neste caso, significa aceitar que a cara e o corpo no espelho são: a sua cara e o seu corpo, e que são aquilo que são. 
Embora possa não gostar de tudo o que vê quando se olha ao espelho, ainda será capaz de dizer: "Agora, este sou eu e não nego este facto. Eu aceito-o". 

Faça este exercício durante dois minutos pela manhã e pela noite, e começará a vivenciar a relação que existe entre auto-aceitação e auto-estima: um ser que honra o que vê, honra-se a si mesmo.

E fará uma descoberta importante, não terá uma relação mais harmoniosa consigo mesmo, não crescerá apenas em termos de auto-confiança e auto-respeito, mas se houver aspectos de si  que não aprecie e cuja mudança depende de si, ficará mais motivado a fazer a mudança, pois agora aceitou as coisas como são. Não somos motivados a mudar as coisas cuja realidade negamos.

A auto-aceitação é essencial para uma mudança positiva. 
Se me recuso a aceitar que muitas vezes vivo inconscientemente, como vou aprender a viver de forma mais consciente?
Se me recuso a aceitar de que muitas vezes vivo de forma irresponsável, como vou aprender a viver com mais responsabilidade? 
Se me recuso a aceitar que muitas vezes vivo de modo passivo, como vou aprender a viver mais activamente?

Não posso superar um medo cuja realidade nego. Não posso resolver um problema sexual cuja existência não admito. Não posso curar uma dor que me recuso a reconhecer como minha. Não me posso perdoar por um acto que não reconheço ter cometido. 

Aceitar-nos é aceitar que as coisas que pensamos, sentimos e fazemos são todas a expressão do nosso ser, no momento em que ocorrem. Contudo, isso não significa que essas coisas são a palavra final sobre quem somos.

Acredite que existe um lugar dentro de nós onde - com defeitos ou não - GOSTAMOS DE NÓS MESMOS....

Nathaniel Branden 







quinta-feira, 23 de agosto de 2012

7 PASSOS PARA DESENVOLVER A SUA AUTO-ESTIMA





1- Aumentar o número de coisas positivas a dizer-se sobre si mesmo: A repetição continuada de uma ideia, tende a formar parte do nosso sistema de crenças. Este é o modo pelo qual se adquire a maioria das crenças, conscientes e inconscientes. 
Portanto, centre-se em pequenos sucessos e em experiências positivas, cada vez que fizer qualquer coisa bem feita, por mais pequena que seja, reserve um momento e centre-se nesse pequeno sucesso...
Elabore uma lista de qualidades positivas e habilidades que possui, por ex. "tenho um sorriso fantástico.. sou uma excelente cozinheira..."
Recite a lista de qualidades frente ao espelho e em voz alta e acrescentar a cada qualidade a frase "Eu gosto". Por ex. "Compreendo muito bem os problemas dos outros e isso agrada-me."

2- Diminuir o número de pensamentos negativos que dizemos quando saem à luz as nossas fragilidades: Para  conseguir eficazmente este ponto convém responder no papel a perguntas deste tipo: 
"Que tipo de situações me fazem sentir mal comigo mesmo? Que tipo de actividades quis experimentar mas não tentei porque temia não poder fazê-las bem? Que relações com as outras pessoas me deixaram sentimentos negativos, especialmente nos últimos tempo?" Quanto mais souber de si mesmo, melhor e mais rápido se desprogramará o velho e se abrirá o novo. Reformule-se positivamente, ainda que no principio não o creia. Crie frases curtas. Por ex. se se percepcionar como frágil, decrete-se "Sou forte" ou "Estou a aprender a ser forte". É importante que, ante os comportamentos negativos, trabalhe com a sua mente criando os opostos e reforçando-os diante dos espelho. 

3- Aprenda a rir-se das suas falhas e amplie a sua capacidade de humor: Convém treinarmos o aceitar as nossas debilidades e erros, e para isso, cada vez que nos reprovarmos. devido a uma fragilidade e erro pessoal, lembre-se que "Você não é os seus erros". Existe uma diferença entre o "eu identidade" e o comportamento do eu. 

4- Aprender a deixar de se comparar com os outros: Se quer corrigir a sua insegurança, quando estiver entre pessoas as quais sinta que reina a avaliação, repita intimamente e com frequência: "Não sou inferior, não sou superior, simplesmente sou EU". Recorde que é único e irrepetível no Universo. 

5- Reduzir a indecisão. A indecisão é o fruto de uma preocupação excessiva a respeito daquilo que os outros pensarão acerca das nossas decisões. Desenvolva uma visão mais realista dos erros, a maioria dos erros adquire grande importância quando são magnificados pelo medo do fracasso e pelo pensamento perfeccionista. Reduza a auto-critica e adopte a atitude "do que é", o objectivo é determinar o que aconteceu na realidade, a fim de poder identificar se poderá fazer de maneira diferente. 

6- Limitar o número de compromissos que se contraem: Aceitar mais compromissos dos que na realidade nos apetece e convém, acarreta sacrifícios das próprias necessidades e desejos, conduzindo à auto-reprovação e a mais perda de auto-estima e auto-aceitação. Um bom "não" faz valorizar o nosso futuro "Sim".    

7- Utilizar a imaginação positiva. Recorde e recrie-se com frequência em experiências agradáveis. 

Adaptado de Escola Espanhola de Desenvolvimento Transpessoal
      





segunda-feira, 20 de agosto de 2012

AUTO-ESTIMA: GOSTAR DE SI MESMO






A auto-estima é a chave para nos conhecermos a nós próprios. É uma experiência intima, reside no nosso interior. É o que eu penso e sinto sobre mim, não o que o outro pensa ou sente em relação a mim. 
Ter uma elevada auto-estima é sentir-se confiante em relação à vida, merecedor e competente. Uma baixa auto-estima, é sentir-se inadequado à vida, não sobre este ou aquele assunto, mas inadequado como pessoa. 
A capacidade de desenvolver uma autoconfiança e um auto-respeito saudáveis é inerente à nossa natureza. Em termos ideais, todos deveríamos desfrutar de um alto nível de auto-estima. Mas, uma grande quantidade de pessoas não se sente assim. Muitas sofrem de sentimentos de inadequação, insegurança, dúvida, culpa e medo de uma participação plena na vida - um sentimento vago de "eu não sou suficiente". Estes sentimentos nem sempre são reconhecidos ou confirmados de imediato, mas eles existem. 
Não há ninguém que seja totalmente carente de auto-estima positiva, nem que seja incapaz de desenvolver auto-estima. 

Desenvolver a auto-estima é desenvolver a convicção de que somos capazes de viver e somos merecedores da felicidade, e capazes de viver a vida com mais confiança, boa vontade e optimismo, que nos ajudam a atingir as nossas metas e as sentirmo-nos realizados. 

Não é necessário que nos odiemos antes de aprender a amar-nos mais, não é preciso sentirmo-nos inferiores para que queiramos ser mais confiantes. Não temos que nos sentir miseráveis para querer expandir a nossa alegria. 

Quanto maior a nossa auto-estima, mais ambiciosos seremos, não necessariamente na carreira ou em assuntos financeiros, mas em termos das experiências que vivenciamos a nível emocional, criativo ou emocional. 

Quanto maior a nossa auto-estima, mais alegria teremos pelo simples facto de ser, acordar de manhã, de vivermos dentro do nosso corpo. É essa a recompensa que a nossa autoconfiança e o nosso autorespeito nos oferecem. 

Na nossa infância, a nossa autoconfiança e autorespeito podem ter sido alimentados ou destruídos pelos adultos, consoante tenhamos sido respeitados, amados, valorizados e encorajados a confiar em nós próprios. 
Nos nosso primeiros anos de vida, as nossas escolhas e decisões são muito importantes para o desenvolvimento da nossa auto-estima. Estamos longe de ser meros receptores da visão que as outras pessoas têm sobre nós. 
Mas de qualquer forma, seja qual tenha sido a nossa educação, quando somos adultos desenvolver a auto-estima está nas nossas mãos.
Ninguém pode respirar por nós, ninguém pode pensar por nós, ninguém nos pode dar a autoconfiança e o amor próprio. 

A admiração dos outros não cria a nossa auto-estima, como também não o faz o conhecimento, a  competência, o casamento, a paternidade, a dedicação à paternidade, etc. Podem às vezes fazer com que nos sintamos melhor temporariamente, ou mais confortáveis em situações particulares, mas conforto não é auto-estima.
Existem muitas pessoas que procuram a autoconfiança e a auto-estima em todos os lugares, menos dentro delas próprias, e assim fracassam na sua busca pela auto-estima. A auto-estima positiva pode ser entendida como uma Conquista Espiritual, isto é, uma vitória na evolução da consciência. Paremos de nos dizer: "Se pelo menos eu tivesse....Se pelo menos me tornasse esposa e mãe...Se pelo menos pudesse comprar um carro maior...- então, iria sentir-me em paz comigo mesmo...."

A verdadeira auto-estima não se expressa pela autoglorificação à custa dos outros, ou pelo ideal de se tornar superior aos outros, ou de diminuir para os outros elevarem. A arrogância, não é como algumas pessoas pensam, excesso de auto-estima. 
A auto-estima é um estado em que não se está em guerra nem consigo mesmo, nem com os outros. 

A importância de uma auto-estima saudável, está na nossa capacidade de agir activa e positivamente às oportunidades da vida - trabalho, amor, lazer, e traz a serenidade que permite desfrutar a  vida.

Por vezes, o caminho para a auto-estima é solitário e assustador. Não conseguimos ver antecipadamente o quantos as nossas vidas seriam mais satisfatórias. Porém, quando estamos prontos a vivenciar  e aceitar os diferentes aspectos de quem somos, mais rico se torna o nosso mundo interior, maiores são os nossos recursos e mais adequados nos sentimos perante os desafios e oportunidades da vida.....

Nathaniel Branden



































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quinta-feira, 16 de agosto de 2012

UM PERCURSO DE VIDA INSPIRADOR...





"Estou a reparar num padrão, disse eu à Louise. A Louise está sempre a referir que as coisas foram evoluindo lentamente...
"Sim hoje em dia, muitas pessoas procuram o sucesso imediato, mas acho que quando estamos no caminho espiritual e a reagir ao que a Vida nos traz, o trabalho que fazemos acontece gradualmente. Quase nem notamos que está a acontecer. Um dia olhamos para trás e espantamo-nos com o caminho que percorremos." 
Para além do sucesso firme e constante, estava a começar a reparar noutros padrões recorrentes no percurso da Louise: 

Simplicidade- concentrar-se em passos pequenos, simples e exequíveis, em vez de complicar demasiado as coisas.

Optimismo- investir a sua atenção e energia na busca de soluções e não nos problemas.

Paciência- esperar e aceitar que se trata de um processo, em vez de tentar alcançar à pressa um resultado especifico.

Confiança- aprender a confia na Vida, vendo perfeição e oportunidades de crescimento em todas as experiências

Crescimento- encarar a vida como uma sala de aula onde usamos as nossas experiências como catalisadores de mudança e de realização pessoal.

Serviço- concentrar-se mais na melhor forma de incentivar e ajudar aqueles que precisam de nós, em vez de se perder na sua visão e busca do sucesso.

Acção- assumir o compromisso de estar presentes e atravessar as portas que a Vida abre para si ao longo do seu percurso.

- estar disposto a correr riscos e continuar a andar em frente, sem conhecer o resultado dos nossos esforços.

Magnetismo- desenvolver e utilizar a capacidade de atrair aquilo que necessitamos cultivando (e mantendo) o estado de espírito certo. "

"Confie na Vida" Louise Hay e Cheryl Richardson 




domingo, 12 de agosto de 2012

SEREI IDEALISTA OU REALISTA?







Perguntei uma vez a um amigo qual era o seu chamamento. Respondeu-me que não pensa na sua vida em termos de chamamento ou de algum propósito mais elevado. "Não sou um idealista", disse ele, "mas um realista". 
O realista é considerado o pragmático, a pessoa que tem os pés bem assentes na terra. 
O idealista é visto como o sonhador, aquele que tem os olhos no horizonte e devota o seu tempo a pensar em chamamento e propósito. 
No entanto, quando colocamos o realismo e o idealismo frente a frente - quando vivemos como se ter ideais e sonhos fosse irrealista e desprendido - acabamos por ficar amarrados a uma falsa dicotomia. 
Ser idealista é ser realista no sentido mais profundo, é ser verdadeiro para com a nossa natureza real. 
Somos constituídos de tal forma que precisamos que as nossas vidas tenham significado. Sem um propósito   mais elevado, uma vocação, um ideal, não conseguimos atingir as nossas possibilidades de felicidade total. Apesar de não estar a defender que o sonho se deva sobrepor à acção (ambos são importantes), existe uma verdade significativa que muitos realistas, principalmente os corredores desenfreados, ignoram: Ser idealista é ser realista.
Ser idealista é ter uma noção de propósito que abrange a nossa vida como um todo. 
Devemos possuir um propósito autogerado que possua significado e não um propósito ditados pelas normas e expectativas sociais. Como referiu George Bernard Shaw: "Esta é a verdadeira alegria da vida, sermos usados para um propósito reconhecido por nós como um forte propósito."
Pessoas diferentes encontram significados diferentes em coisas diferentes. Poderemos encontrar a nossa vocação ao iniciar um negócio, trabalhar num refúgio de sem-abrigos, educar crianças, praticar medicina ou fazer mobília. O importante é que escolhamos o nosso propósito em harmonia com os nosso próprios valores, em lugar de nos conformarmos com a expectativas dos outros. 
Um analista financeiro que encontre significado e prazer no seu trabalho, que esteja nesta profissão pelas razões certas, tem uma vida mais espiritual e realizada do que um monge que esteja na sua religião pelas razões erradas. 

Tal Ben-Shahar

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

QUE QUERO EU? SER FELIZ?






Ser feliz parece ser o objectivo derradeiro de tudo o que fazemos, mas a maioria de nós procura a felicidade por vias travessas. Temos objectivos materiais, como querer comprar uma casa melhor, um carro melhor ou objectos caros. Temos objectivos que têm a ver com os nossos relacionamentos. Queremos sentir segurança, queremos sentir que nos integramos em algum sitio. Desejamos exprimir-nos livremente, exprimir a nossa criatividade. Alguns de nós querem poder ou riqueza, outros talvez queiram ser famosos. No entanto, se perguntar às pessoas porque querem todas estas coisas, a resposta será sempre a mesma: acreditam que, se conseguirem atingir este objectivos, então serão felizes

Se transformarmos a felicidade no nosso objectivo principal, em vez de uma coisa que se atinge por meio de outras, então conseguimos facilmente fazer e obter tudo o que queremos. 
A felicidade é um estado de alma e de consciência. A maioria das pessoas diz: "Sou feliz porque...porque tenho família e amigos, porque tenho um bom emprego, porque tenho dinheiro e segurança.".  Todas estas razões são frágeis, podem desaparecer como a brisa que passa. Se a felicidade que  sente, tem sempre origem em coisas exteriores a si, então está à mercê de cada situação que vive e de cada pessoa que conhece. 

A felicidade é um estado de espírito que já está presente dentro de nós, mas muitas das vezes encontra-se encoberta por todo o tipo de distracções. Tal como um belo nascer do sol que é  tapado pelas nuvens, também a nossa felicidade interior se esconde atrás da preocupações  do dia a dia. Os condicionamentos  e uma percepção reduzida impedem-nos de vê-la nas profundezas do nosso coração. É possível, aprendermos a elevarmo-nos acima das nuvens que nos limitam e redescobrir a nascente da alegria no mais profundo de nós. 
Quando se descobre esta alegria, começam a acontecer, coisas maravilhosas que parecem milagres. A expressão da felicidade faz nascer um sentimento de relação com o poder criativo do universo. A noção desta relação faz-nos sentir que nada nos pode impedir de realizarmos os nossos desejos. Quando a nossa vida é uma expressão do nosso estado interior de felicidade, descobrimos uma enorme reserva de poder dentro de nós. Este poder liberta-nos do medo e das limitações. Há quem lhe chame "estado de graça". Viver esta graça, ou favorecimento é encontrarmo-nos no sitio certo à hora certa, ter as leis da natureza a nosso favor ou simplesmente "ter sorte". 

Apesar da felicidade ser o objectivo no fim de todos os objectivos, aquilo realmente queremos, para lá da própria felicidade há algo mais: a compreensão do mistério da nossa existência. Independentemente de muitos dos desejos que virmos satisfeitos, continuará a haver uma vozinha interior que não nos dá descanso, que pergunta: 

"Quem sou eu?"
"De onde vim?"
"Qual o significado da minha vida, qual é o seu objectivo?"
"Para onde irei quando morrer?"

O ser interior de cada um de nós espera pacientemente até estarmos prontos, quando esse momento chega, convida-nos a entrar no luminoso mistério da existência em que todas as coisas são criadas, alimentadas, renovadas. 
Não pode haver tarefa mais importante na nossa vida que entrar em contacto com o nosso ser interior, que é a fonte de toda a existência. 
O mundo tem estado à espera que nos transformemos porque também o mundo se quer transformar. Quando mudamos o mundo muda, porque nós e o mundo somos um só. 

Deepak Chopra